Dia do Músico

…nesta data querida

feliz20dia20do20musico_final20copy2.jpg

22 de Novembro – DIA DO MÚSICO

“Músico é aquele que pratica a arte da música, compondo obras musicais, cantando ou tocando algum instrumento. Música, por sua vez, é a arte de combinar sons de maneira agradável ao ouvido, ou o modo de executar uma peça musical por meio de instrumento ou da voz. A palavra é de origem grega e significa “as forças das musas”, ninfas que ensinavam às pessoas as verdades dos deuses, semideuses e heróis, usando a poesia, a dança, o canto lírico, o canto coral e outras manifestações artísticas, sempre acompanhadas por sons.

Segundo a mitologia grega, os Titãs, que em literatura simbolizam a audácia orgulhosa e brutal, mas punida pela queda repentina, eram divindades primitivas que se empenharam em luta contra Zeus buscando a soberania do mundo, mas foram fulminados por ele e precipitados no Tártaro. Satisfeitos, os outros deuses pediram ao deus maior que criasse quem fosse capaz de cantar as suas vitórias, e este então se deitou durante nove noites consecutivas com Mnemosina, a deusa da memória, nascendo daí as nove Musas. Delas, a da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, o deus da música.

No princípio, a música foi apenas ritmo marcado por primitivos instrumentos de percussão, pois como os povos da antiguidade ignoravam os princípios da harmonia, só aos poucos foram acrescentando a ela fragmentos melódicos. Na pré-história o homem descobriu os sons do ambiente que o cercava e aprendeu suas diferentes sonoridades: o rumor das ondas quebrando na praia, o ruído da tempestade se aproximando, a melodia do canto animais, e também se encantou com o seu próprio canto, percebendo assim o instrumento musical que é a voz. Mas a música pré-histórica não é considerada como arte, e sim uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro, apenas um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança. Os primeiros dados documentados sobre composições musicais referem-se a dois hinos gregos dedicados ao deus Apolo, gravados trezentos anos antes de Cristo nas paredes da Casa do Tesouro de Delfos, além de alguns trechos musicais também gregos, gravados em mármore, e mais outros tantos egípcios, anotados em papiros. Nessa época, a música dos gregos baseava-se em leis da acústica e já possuía um sistema de notações e regras de estética.

Por outro lado, a história de Santa Cecília, narrada no Breviarium Romanum, a apresenta como uma jovem de família nobre que viveu em Roma no século III, nos princípios do cristianismo, decidida a viver como monja desde a infância. Mas apesar dos pais a terem dado em casamento a um homem chamado Valeriano, a jovem convenceu o noivo a respeitar-lhe os votos e acabou convertendo-o à sua fé, passando os dois a participar diariamente da missa celebrada nas catacumbas da via Ápia. Em seguida, Valeriano fez o mesmo com o irmão Tibúrcio, e com Máximo, seu amigo íntimo, e por isso os três foram martirizados pouco tempo depois, enquanto Cecília, prevendo o que lhe aconteceria, distribuiu aos pobres tudo o que possuía. Presa e condenada a morrer queimada, ela foi exposta às chamas durante um dia e uma noite, mas como depois disso ainda se encontrava sem ferimentos, um carrasco recebeu ordem para decapitá-la. Porém, seu primeiro golpe também falhou. Isso aconteceu durante o ano 230, no reinado de Alexandre Severo, época em que Urbano I ocupava o papado. Anos depois uma igreja foi erigida pelo papa no local em que a jovem mártir residira, tornando-se a Igreja de Santa Cecília uma das mais notáveis de Roma.

Muito embora o Breviarium Romanum não faça menção alguma às prendas musicais de Cecília, ela se tornou, por tradição, a padroeira dos músicos, da música e do canto, cuja data de comemoração é 22 de novembro, o mesmo dia dedicado à santa. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tal doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la.”

Fonte: recantodasletras.uol.com.br
por Fernando Kitzinger Dannemann

Do Blog do Grecco

Entrevista Exclusiva com Pedro Ortaça

Entrevista de Leonardo Gadea com Pedro Ortaça, sala de estar do Hotel Paraíso, Santa Maria – RS.

Fonte:http://www.culturainprosa.blogspot.com/
Leonardo Gadea: Quantos anos de carreira? Fala um pouco da tua música?
Pedro Ortaça: De disco são trinta e cinco anos, gravei o primeiro em 1976, mas antes já cantava em rodas de amigos, canchas de bocha, comércios de carreiras e guitarreadas, com os amigos e parceiros, então comecei a cantar realmente mais profissional com 17 anos, então faz 50 anos que eu canto, essa cantiga que eu me orgulho muito de cantar. Criar esse estilo juntamente com Noel Guarany, Jayme Caetano Braun e Cenair Maicá, nós criamos esta maneira, esse cancioneiro guarany de poder cantar as missões, cantar o Rio Grande, cantar o ser humano, não só as ruínas, não só as coisas que ficaram como relíquia e lembrança pra nós e às futuras gerações, mas o homem, a pessoa, o ser humano que são os nossos índios, a gente tem que cantar essa história, porque a gente desperta os poderes do país para que deem mais atenção ao nosso índio que é muito sofrido. Nós devemos muito aos índios do Brasil e eu procuro essa maneira de cantar, pra despertar as autoridades para que se voltem e pensem na dívida tão grande que temos com os nossos índios Guaranys.

 Gadea: Discos Lançados?
Ortaça: 7 Longa duração (LP) – Long Play mas eu não gosto muito de dizer Long Play , digo longa duração – O 1º Mensagem dos Sete Povos, 2º Chão Colorado, 3º Missões, Guitarra e Herança, 4º Apontando Rumo, 5º Timbre de Galo, 6º De Guerreiro a Payador, 7º Gritos da terra que já foi com a gurizada (se refere a banda que o acompanha hoje) e depois vem mais 5 Cds gravados, e no total são 18, de cantigas missioneiras, essas obras que o povo resolveu no seu pensamento, na sua maneira de pensar e de gostar, de eternizar, como eternizaram já a nossa música, que nós fizemos para as missões, para o Rio Grande do Sul e para o Brasil para que as futuras gerações saibam de onde esse canto vem, e o que ele faz, não só baile, festa, carreira, cavalo, tem que cantar a vida,cantar o passado, presente e fazer sempre uma projeção pra o futuro que é o que eu sempre fiz…

 Gadea: Qual o teu conceito da tua carreira hoje? Desse sucesso que se consolidou?
Ortaça: O pensamento que eu seguido rememoro é só de agradecimento, só de carinho, agradecer esse povo maravilhoso desse nosso Rio Grande e do Brasil que gosta tanto da nossa música e que a consagrou, porque quem consagra uma música não é o artista, é o povo que consagra que escolhe porque ele vê que tem mensagem, que tem história e isso é muito importante, então eu só tenho agradecer a esse povo maravilhoso que me deu apoio sempre, continua me dando, e vai dar até o dia que Deus quiser, até o dia que eu ficar por aqui. E daí decerto eles vão mostrar para os netos, (essa gurizada de hoje como você) e dizer em tal época eu conheci esse cantor!!

 Gadea: E a convivência com o Jayme Caetano Braun?
Ortaça: Nossa convivência foi muito linda, primeiro conheci o Noel Guarany em 1960 ele com uma cantiga, uma batida de guitarra muito bonita, daí nos tornamos amigos, depois em 1968 conheci o Jayme e fiquei admirado da capacidade do Jayme de fazer versos de improviso, payadas, era um homem culto que percorria o mundo em versos, isso é muito importante ele não cantava só uma região, ele cantava o mundo todo em versos se ele quisesse e isso a gente tem que admirar, por saber que ele, além da capacidade que tinha, tinha como nós, um grande amor pela terra e pela nossa história das missões, do Rio Grande do Sul. Eu trabalhei com o Jayme de 1976 a 1986, na rádio Guaíba no programa Brasil Grande do Sul, eu acompanhava o Jayme e lá o Brasil todo nos escutava, lá nós davamos o nosso recado, nosso carinho pra todos os ouvintes da rádio Guaíba.E isso também nos tornou conhecidos, bastante, e depois claro, foram os discos, programas de televisão, a internet que inclusive hoje em dia é muito importante, porque eu tenho um site, blog não sei dizer como é esse negocio né “porque eu sou índio, e índio se comunica por sinal de fumaça (risos) , e lá as pessoas acessam e tem muitos mais de 100 mil acessos, e eles querem saber o que eu tenho feito, o que eu tenho cantado, o que vou fazer daqui pra frente e eu vou fazer até o dia que Deus quiser mais obras com grandes parceiros que tenho, grandes poetas desse nosso Rio Grande. 

 Gadea: Algo que já te emocionou no palco? uma atitude de um fã? Ou algum relato de fã?
Ortaça: Já me emocionei muitas vezes, me emociono sempre que subo no palco, por ver o carinho desse povo pela nossa música, que eles sabem realmente quem faz cultura nesse Estado, então isso emociona quando eles aplaudem, sorriem, cantam junto, isto é o maior presente que Deus e o povo pode dar a um artista e eu recebo esse carinho e realmente me emociono, porque dou tudo de mim que eu tiver na música, tocando e cantando pra esse povo maravilhoso que fez eu chegar até aqui porque se não fosse esse povo eu tenho certeza que não teria chegado onde cheguei, e eu só tenho como já te disse, agradecer a esse povo; O carinho depois que desço do palco tanta gente me abraça, me acaricia, senhoras, pessoas idosas, crianças e juventude também vem tirar fotos, me abraçar e dizer “véio” tu não vai morrer, tu tem que continuar cantando nossa terra, isso emociona realmente e eu me emociono muito.

Gadea: Porque esse caminho?
Ortaça: Porque eu senti que tinha o dom da música, que Deus me deu o dom graças a Deus, e eu já tenho meus ancestrais, meu avô Quintino Martins dos Santos tocava muita cordeona de botão, naquele tempo não existia escola, nada, era pegar o acordeon e aprender com a cantiga dos pássaros, com o rumor do vento, é assim que se aprende a tocar mesmo quem toca de ouvido, tanto que a maioria dos artistas não são catedráticos formados em música, são assim, ouviram os pássaros, o rumor do vento, a água, enfim, alí se inspiraram pra fazerem suas músicas, meu avó era assim e uma cordeona de oito baixos ele tocava muito, a minha mãe tambem tocava gaita de oito baixos, meu pai cantava tambem de manhã cedo tomando mate, muitas vezes eu ouvia deitado no quarto, e eu como já tinha no sangue o dom e o gosto pela música é claro que eu iria seguir esse caminho.Gadea: A música missioneira?
Ortaça: Um dia nos encontramos com o Noel o Cenair e o Jayme, aliás vivíamos juntos por aí, nosso pensamento era o mesmo que nossa região (missões) tivesse um estilo de cantar; porque na serra já tinha Os Irmãos Bertussi; e o primeiro a tocar a nossa música, dita gaúcha, foi um catarinense inclusive, o Pedro Raimundo, que tocou e cantou o Rio grande daquele jeito bonito, quantos anos fazem isso, e é assim que foi tocado e cantado o Rio Grande, os poetas já escreviam a nossa história, mas as missões não tinham um cancioneiro, uma maneira de cantar as missões mais elaborada, porque tem que ter mensagem na letra né, e nós sabiamos disso, então criamos esse estilo de cantar e graças a Deus está consagrado.Um ídolo? Athaualpa Yupanqui, Cantor e compositor da América Latina.

Um livro? Tenho lido tantos livros importantes, e a gente para se inspirar deve ler muito, pois a leitura é muito importante e é nos livros que a gente aprende. Um dos livros de que gosto porque nos ensina a conviver no mundo por aí, convíver com o poder é “O Príncipe” de Maquiavel.Uma viagem? (risos) “olha”, já fiz tantas viagens, já imaginou mais de 50 anos cantando por aí, tenho andado bastante, sendo solicitado onde eu vou e encontro sempre esse carinho que eu tava te dizendo, desse pessoal esperando a gente, esperando que a gente dê o recado, como deve ser dado, e que nós damos juntamente com o Gabriel, o Alberto, com o Alber Lopes e com o Luís dos Santos cantando por aí. E isto então, é o que nos emociona muito chegar numa cidade, como chegamos esses dias em Roraima, na Capital, em Boa Vista, quando descemos do avião o pessoal todo estava nos esperando lá, os gaúchos e também os nativos de lá, nos esperando e com aquela esperança de que nós levássemos um canto bonito pra eles, e não se decepcionaram graças a Deus e voltamos com a alma lavada, de alegria, de poder cantar àquele povo, que tava tão ansioso pela nossa presença.Então, são muitas e muitas andanças, que emocionam, sempre nos emocionam.Na 1ª posse do presidente Lula dia 1º de Janeiro 2003, fomos escolhidos para ir à Brasília representar o Rio Grande do Sul, e aquele povo, mais de 200 mil pessoas correndo de um lado pra outro com a esperança no presidente, com a esperança que o Brasil melhorasse, e graças a Deus não nos decepcionou porque ele tem feito um bom governo, tem muitas críticas por aí, mas realmente o Brasil agora está mais reconhecido e respeitado no mundo, mais respeitado ainda através do canto que nós temos, dos estilos diferentes, dos grandes escritores e pensadores que temos. Uma Música: “Timbre de Galo”, do grande Aparício Silva Rillo, e música minha é quase um hino do Rio Grande ,“todo mundo” canta junto.

Um filme: “Enterrem meu coração na curva de um rio” inclusive tem o livro, esta é história muito linda.

Um arrependimento: Arrependimento eu teria se eu não cantasse o Rio Grande né tchê, e isso eu fiz…(risos)

Um sonho: Eu sonho em ver todo mundo feliz, tem muitas pessoas passando fome, sem roupa, sem casa e eu quero que Deus olhe pra essa gente, Deus olha, mas as autoridades não olham, eu quero que as autoridades pensem assim, porque o Brasil arrecada tanto dinheiro e porque que a renda do Brasil está para meia dúzia e o restante passado necessidades, a classe média também é o grande pagador de impostos do nosso país e tanta gente na periferia das cidades passando fome, frio, isto é a coisa mais triste que tem, eu creio ainda que Deus vai tocar na mente das autoridades para que eles pensem no seu irmão que está passando fome aqui e que resolvam este problema que é muito grave não só no Brasil.

Um projeto futuro: Daqui uns dias nós vamos gravar outro CD com o Gabriel iremos gravar mais um ou dois talvez, porque a cobrança é muito grande, fazem quase cinco anos que não gravamos, não por falta de vontade mas aconteceu um acidente com o Betinho (filho mais novo), daí nos envolvemos com ele e graças a Deus ela tá bem agora, tá tranquilo, feliz, alegre e nós também, então a partir de agora gravaremos dois trabalhos um Cd no início do ano e depois um DVD de cantigas missioneiras.

Gadea: Uma mensagem aos leitores do CulturaInProsa ?

Ortaça: Vocês, minha gente, juventude do Brasil, eu tenho uma confiança muito grande na juventude; ontem deu pra comprovar na apresentação que fizemos na Universidade de Santa Maria, aquela juventude vibrando e cantando junto numa alegria imensa e dando força pra gente (isso, é o mais importante).E o rumo do Brasil está nas mãos da juventude, eu pedi ontem a noite para que vocês (jovens), não esqueçam nossas raízes do Rio Grande, porque vocês são responsáveis para levar muito mais longe a nossa cantiga, e essa fé eu tenho, essa esperança eu tenho e só tenho que agradecer à juventude, às crianças, às pessoas boas, os velhos, mulheres, que sempre defenderam e sempre estão nos defendendo para que nós continuemos cantando; então eu só tenho a dizer que continuem defendendo o que é nosso porque esse Brasil é rico, é rico no sub-solo, é rico de muitas coisas, mas principalmente de gente, e tem que ter gente pra defendê-lo e são vocês que estão aí, que vão defender para que o Brasil não seja dominado por outras nações.

Gracias aos meus amigos que colaboraram, Gustavo Gonzalez, Emerson Terra, Lúcio Rosa e Trajano Jacques!!

Sinuelo da Canção Nativa

inuelo.JPG
Resultado:

1º Lugar: Canção Da Volta
L Moisés Silveira de Menezes
M João Chagas Leite
Ritmo Canção
Cidade São Pedro do Sul/SM

Int: Flávio Hansen

2º Lugar: Realização
L Julio Martins
M Tuny Brum
Ritmo Milonga Arrabaleira
Int: Vinicius Brum

3º Lugar: A Paz No Verde
L Mauro Dias
M Fábio Prates

Ritmo Milonga
Int: Renato Mirahil

Campeã Fase Local: Romance Das Rosas Vermelhas
L Jaime Brum Carlos
M Luiz Fernando Smaniotto
Ritmo Milonga Canção

2º Lugar da Fase Local: Sol Maior

L Paulo Righi
M Paulo Righi
Ritmo Milonga

Melhor Interprete:Flávio Hansen
na Música Canção da Volta
L Moisés Silveira de Menezes
M João Chagas Leite
Ritmo Canção

Melhor Instrumentista:Jair Medeiros

na Música Realização
L Julio Martins
M Tuny Brum

Prêmio Revelação: Artur Rodrigues dos Santos

Música Mais Popular: Lá no Salão da Plata
L Alex Carvalho Casanova
M Alex Carvalho Casanova

Chimarreando

Matezito de sexta-feira.
Meia Praia / SC

MAYKELL PAIVA – DO MEU JEITO

mayk.JPG

Instrumentista e compositor, Maykell Paiva é qualificado dentro do gênero “Folclórico Latino Americano”. Natural da cidade de Dom Pedrito, foi lá, na escola de música “Instituto Artístico Carlos Gomes” que fez os dois primeiros anos de estudo de violão.

Sua Carreira lhe propiciou viagens de grande importância para Uruguai e Argentina.
Atualmente Maykell reside na cidade de Porto Alegre e participa dos shows da dupla César Oliveira e Rogério Melo.

Em breve seu primeiro cd instrumental; intitulado: “Do meu Jeito”.

Repertório:
1. PEQUENA canção
2. SEM FRONTEIRAS joropo
3. DOM PEDRITO valsa
4. LIDANDO chamamé
5. AFRICANA milonga arrabalera
6. GATO DO MATO gato
7. VÔ ZECA tango
8. CHACAREREANDO chacarera
9. DEBOCHADA milonga arrabalera
10. LEGADO chamamé
11. CANDOMBEROS candombe
12. NO SUL DO MEU PAÍS milonga

www.maykellpaiva.com.br

Artche Artesanato

IMG_0263.JPG
http://artcheartesanato.blogspot.com/
Contatos: Adriano: (53) 8124-5124 – email: adrianolucero
Guilherme: (53) 8111-6096 – email: guilhermefirpo

ALMA GAÚCHA

CSC_0369.jpg

Foram apenas 3 dias , mas que com certeza marcaram para sempre os corações apaixonados pela cultura gaúcha em toda sua força , 3 dias de riso , lágrima , superação , emoção , paixão demostrada em cada rosto , em cada sorriso , em cada olhar daqueles que fazem da arte sua maneira de ver e colorir a vida . Em toda a parte se viu mãos que se enlaçavam, olhares que se cruzavam , em toda parte ecoavam os gritos de devoção a arte sulina , e as mãos nas guitarras e as vozes nas gargantas levavam ao mundo um pouco mais de alegria por estar vivenciado a força de toda uma cultura que pulsa altiva e forte mostrando ao mundo que está terra ainda tem dono , e que seus donos e são herdeiros desta ALMA GAÚCHA , e eles plantam , colhem , cultivam as sementes para que as futuras geração saibão que aqui ainda se tem raiz e se é feliz por ser e dizer EU SOU GAÚCHO.

E foram apenas mais 3 dias em nossas vidas ? com certeza não ! foram mais 3 dias que guardamos no fundo de nossos corações junto as coisas que mais amamos , os olhos nos contavam com lágrimas de felicidade toda a alegria de quem faz arte fazendo sua parte para assim viver e firmar raiz pelo ideal de andar espalhando cultura mundo afora !! as bocas nos falavam do nosso orgulho de termos um hino , uma bandeira ha respeitar e com ela fibrar lembrabdo os heróis de outra , que peleavam por justiça e liberdade !

Hoje peleamos pela verdadeira causa sagrada das gentes ! a cultura
levamos ao mundo nosso modo tão peculiar de ser , de cantar , declamar , dançar, de viver e por certo de amar .

CSC_0373.jpg

Assim , somente assim poderemos dizer que temos ALMA GAÚCHA e que SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA!!

Matias Moura
Diretor do Documentário ALMA GAÚCHA.

MAIS INFORMÇÕES : www.documentarioalmagaucha.blogspot.com

Sai novo estudo sobre a mandioca

Cultivares mais produtivas e manejos que reduzem custos constam do trabalho- Crédito: deolí gräff / cp memória
Cultivares mais produtivas e manejos que reduzem custos constam do trabalho
Crédito: deolí gräff / cp memória

Estudo que busca oferecer cultivares mais produtivas de mandioca e manejos que permitam a redução dos custos de produção foram apresentados em Rio Pardo. Os pesquisadores Cinara Morales e Zeferino Chielle, da Fepagro, mostraram os resultados do trabalho e o zoneamento agroclimático desenvolvidos em parceria com a Afubra.

Segundo Cinara, o trabalho avaliou 21 variedades e seleções da safra 2008/2009 quanto ao percentual de enfolhamento, massa seca da parte aérea, número e peso de raízes por planta e teor de amido. Os resultados apontaram a cultivar Prata como a mais produtiva, com 31,3 toneladas por hectare, embora outras variedades tenham registrado rendimento semelhante.

Segundo Chielle, que apresentou o zoneamento agroclimático para a cultura no Rio Grande do Sul, a baixa incidência de geadas e a qualidade do solo fazem do Alto Uruguai e da Depressão Central áreas recomendadas para o cultivo em dois ciclos visando à produção para alimentação humana e animal, além da produção de bioenergia.

As palestras ocorreram no parque da Afubra, durante a 11 Reunião da Mandioca e a 1 Reunião da Batata Doce, promovidas por Fepagro, Emater, Embrapa e prefeitura.

Fonte: Correio do Povo

Ouça o Linha Campeira do dia 22/11/2009

Logo Linha Campeira

Buenas gauchada que acompanha o programa Linha Campeira.

      mais um final de semana de muita música e uns causos bem gaúchos que o Bragas descobriu com a Dona Clô, que é mãe desse índio velho.

      Clique aqui e ouça o Linha Campeira do dia 22/11/2009
Abr,
Leonel Furtado

Artistas Gaúchos – Carlos Nejar

Tarde chuvosa de uma quinta-feira de um dezembro interminável, como costumam ser todos os dezembros, no Rio de Janeiro. A casa olha o mar e é olhada pelo Cristo Redentor, a “Casa do Vento” a casa do poeta Nejar e de Elza, musa e guardiã, da vida, dos sonhos e das inquietações desse grande criador.

Da janela do escritório onde conversamos, o mar é a trilha sonora composta e executada pelas aves marinhas aperfeiçoam o momento. Do que mais o poeta precisaria? Do que mais, além da natureza e da sua consciência? Do que mais, além do equilíbrio exato entre amor e razão?

Estávamos lá, o poeta e este aprendiz, mais tarde fomos ao encontro de Elza, ou melhor, do carinho elegante de Elza. A intimidade do Nejar, o café com o Nejar, permanente poeta, incansável sentinela do tempo. Elza foi cuidar de questões práticas, a casa é enorme e esse casal a torna aconchegante.

Novamente a sós com o poeta, novamente em frente a janela por onde mar e aves nos espiam, me veio a repetida sensação de que sempre que estou com ele também estou com mais alguém que não se permite ser visto. Coisa de poeta amigo de Deus.

Conversamos sobre literatura, justiça, honestidade e expectativas.

Leia a entrevista com o nosso maior poeta vivo:

Continue lendo »

OSCAR DOS REIS & RICARDO MARTINS

JÁ ESTÁ NAS LOJAS O MAIS NOVO CD INSTRUMENTAL DE OSCAR DOS REIS & RICARDO MARTINS

O mais recente trabalho instrumental de Oscar dos Reis,um dos grandes nomes do acordeon,e Ricardo Martins,um dos maiores músicos e compositores do Rio Grande do Sul…

"CHAMAME"(A memoria de Adelar Ferreira) apresenta uma organicidade no que se diz respeito ao sumo de cada artista,cada um na sua dinâmica e cada um no seu idioma…

Um tom de regional..
Ares de Platino…
Semblante universal…

Com uma rara autenticidade nos arranjos,Oscar e Ricardo fundem as ideologias musicais e criam uma atmosfera de Folklore e arte popular dos pampas.

Mesmo circundando com uma pitada de ousadia,o albúm não foge da realidade nativa,da aldeia latino-Americana!

Ainda conta com um verso dedicado a Oscar,que fica por conta de nada mais,nada menos,que um dos expoentes das artes das plagas orientais: Antonio Tarragó Ros!

O disco apresenta canções do próprio Oscar em sua maioria,mas também é entalhado em volto dos clássicos do chamamé,como: KM 11 e La Caú!

As obras foram gravadas em Porto Alegre( Dreher Estúdio) e Buenos Aires( Estúdio Fort Músic).
Fonte: http://ricardomartinscantor.blogspot.com/

Adote um Artista – Califórnia 2009

Você que mora em Uruguaiana e tem interesse em hospedar um ou mais artistas que virão participar da Califórnia da Canção, que será realizada no primeiro final de semana de dezembro, mande um mail para elemesmo. Ou deixe resposta aqui mesmo, no blógue.

É importante que a cidade saiba que:

Um almoço em Família, uma carona pra Pastoril, uma ída a Libres
faz uma enorme diferença pra quem nos visita.
Além do mais, cria-se um envolvimento da comunidade com os Artistas.

Pra sempre!

Desde as primeiras Califórnias, minha família recebe Músicos.
Isso, sem dúvida, despertou em mim essa paixão inabalável pelo nosso Festival…

(Assim que for divulgada a relação das classificadas, estarei convocando os músicos que querem pôso.)

Gracias pela atenção e, vamo que vamo Uruguaiana.
Viva a Califórnia!!!

Fonte: www.pirisca.com

Rodeio Internacional de Vacaria 2009

VACARIA organiza maior rodeio dos últimos anos

Depois de anos tendo um rodeio famoso, porém com falhas de organização, premiações comuns e de baixo número de participantes, VACARIA organiza o MAIOR RODEIO DOS ÚLTIMOS TEMPOS. Veja você mesmo através dos valores das premiações abaixo citadas… E PARTICIPE!!!
Continue lendo »

Programa Carne Angus disponibiliza vídeo na internet

O Programa Carne Angus Certificada disponibilizou na internet seu vídeo promocional que descreve, passo a passo, todo o processo de certificação da Carne Angus, realizada pela ABA. Este processo, reconhecido internacionalmente pela AUSMEAT garante a origem e identidade da Carne Angus Certificada.
Além de informações sobre o programa, os internautas podem conhecer detalhes sobre o histórico e vantagens da raça Aberdeen Angus e sobre sua inigualável qualidade de carne.

Fonte: Programa Carne Angus Certificada

Origem da Cachaça

Locução Bragas
Jr…e olha só a contribuição de um outro parceiro, que acompanha o programa com assiduidade e além disso vem sempre dando sugestões e contribuições prá gente deixa esse programa bem do jeito que a indiada gosta…O Anderson Rosa nos remeteu um texto que fala da origem da cachaça…

Locução Jr
E pelo que conheço esse nosso amigo ele deve ter ido a fundo nessa pesquisa de campo…Brincadeira Anderson, o pai tem razão quando comenta da tua constante participação aqui no Linha Campeira, o que muito nos alegra e ao que somos muito gratos…

Locução Bragas
Pois é Jr, segundo a pesquisa do Anderson, antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e atracavam fogo. Só que não podiam parar de mexer até que ficasse com uma consistência cremosa.

Bueno… mas aconteceu que certa feita, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.

Mas credo… foi um Deus nos acuda… a “negrada” não sabia o que fazer, pois se o feitor descobrisse iam dormir no tronco e ainda por cima de lombo riscado…

Não tiveram outra saída senão esconder o melado estragado bem longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo e fermentado. Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.

O que eles não sabiam é que o azedo do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome “PINGA” que se denomina a cachaça em várias regiões do país.

Locução Jr
Mas olha aí que baita história…e não é que faz sentido mesmo….

Locução Bragas
Mas peraí que ainda não terminei: Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de “ÁGUA-ARDENTE”.

Mas dexá que uns mais espertos, resolveram provar a tal da goteira, e perceberam que ficavam alegres e com vontade de dançar e de lá prá cá a fabricação de melado diminuiu uma barbaridade… (Hahaha) em compensação a tal descoberta já é produto de exportação nacional. A fonte de pesquisa foi Museu do Homem do Nordeste.

Locução Jr
Bueno… então já que esse povo tá com vontade de dançar…vamos de música, porque aqui é o Linha Campeira…o teu companheiro de churrasco…

Do Tempo – Jayme Caetano Braun

O tempo vai repontando o meu destino pagão
Vou tenteando o chimarrão, da madrugada clareando
Enquanto escuto estralando, o velho braseiro vivo
Nesse ritual primitivo, sempre esperando, esperando…

É a sina do tapejara. Nós somos herdeiros dela.
Bombear a barra amarela do dia quando se a clara.
Sentir que a mente dispara, nos rumos que o tempo traça.
Eu me tapo de fumaça e olho o tempo veterano

Entra ano e sai ano, ele fica a gente passa.
Quem viu o tempo passar? Há muita gente que pensa
Mas é grande a diferença, ele não sai do lugar.
A gente é que vive a andar como quem cumpre um ritual

É o destino do mortal. É o caminho dos mortais
Andar e andar, nada mais. Contra o tempo, sempre igual
Tempo é alguém que permanece, misterioso, impenetrável
Num outro plano imutável, que o destino desconhece

Por isso a gente envelhece, sem ver que envelheceu
Quando sente aconteceu, e depois de acontecido
fala de um tempo perdido que a rigor nunca foi seu.
Pensamento complicado, pra o índio que chimarreia

Bombeando na volta e meia do presente no passado
Depois, sigo ensimesmado mateando sempre na espera
O fim da estrada é a tapera. O não se sabe do eterno,
Mas a esperança do Inverno é a volta da prima-vera.

Jayme Caetano Braun

Show Joca Martins – Campos Novos/SC

Tchê Leonel…
Dá uma olhada nas fotos do show do Joca Martins que aconteceu no último sábado – 14/11 – no galpão da Fazenda São João do Buriti, em Campos Novos-SC.
O show foi promovido pela família Didomênico, proprietários da fazenda, e também por um grupo de amigos, como o meu tio José Patrício, o Fernando Rosar e outros admiradores do talento e da qualidade musical deste artista.
Eu achei que como era num ambiente pequeno, o Joca ia levar no máximo um gaiteiro e um violeiro pra acompanhar ele… Que surpresa a minha quando cheguei pro show e lá estava O TIME TODO…Fabrício Harden no violão, Fabiano Bachieri no violão e vocal, Luciano Maia na Gaita, Negrinho Martins no Baixo e Geovane Marques na percussão.
Nem precisa dizer que os “loco” moeram no palco, interpretando algumas músicas dos últimos CDs e também alguns clássicos, como Veterano e Recuerdos da 28.
Até o Luciano Maia nos regalou com a marca instrumental “Fincando o Garrão” de sua autoria.
Resumindo, como vc mesmo diz, “que momento” !!!
Forte Abraço
João Jerônimo

Governo estuda ampliar recursos para a agricultura

O governo estuda ampliar em 10% a verba para financiar a safra e liberar R$ 1 bilhão para equalização de juros a fim de beneficiar o produtor que colaborar com a redução da emissão de gases que agravam o efeito estufa, informou o ministro Reinhold Stephanes. O aporte deve somar R$ 10 bilhões. Da meta brasileira que será levada ao seminário internacional sobre mudanças climáticas no próximo mês, em Copenhague, de 4,9% a 6,1% caberá à agricultura. Para o ministro, o produtor não terá problemas em contribuir porque ações como plantio direto e fixação biológica do nitrogênio são benéficas ao setor.
Fonte: ANO 115 Nº 48 – PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2009

Joca Martins – Cavalo Crioulo 2

Resultado Final ENART 2009 Santa Cruz

ENART Ano: 2009 SANTA CRUZ DO SUL

 Modalidade: DANÇAS TRADICIONAIS – FORÇA A

CLAS. ENTIDADE LOCALIDADE RT
CTG ALDEIA DOS ANJOS GRAVATAÍ
CTG TIARAYU PORTO ALEGRE
DTG CLUBE JUVENTUDE ALEGRETE
CTG RANCHO DA SAUDADE CACHOEIRINHA
CTG CEL. THOMAZ LUIZ OSÓRIO PELOTAS 26ª

 Modalidade: DANÇAS TRADICIONAIS – FORÇA B

CLAS. ENTIDADE LOCALIDADE RT
CTG CHILENA DE PRATA ALVORADA
DTG LEÃO DA SERRA SÃO LEOPOLDO 12ª
CTG CHALEIRA PRETA GRAVATAI
CTG ESTIRPE GAÚCHA GUAPORÉ 11ª
CTG CAPÃO DA PORTEIRA VIAMÃO

Continue lendo »

« Older entries