Aposentado paga vaga de parquímetro para seu cavalo em Santa Maria

Para poder almoçar com a filha, Dalton Luiz Zappe amarrou o animal, com o tíquete à mostra, em uma placa do estacionamento

Atualizada às 22h36min

Eduardo Silva, especial

Uma cena um tanto incomum chamou a atenção de motoristas e pedestres que passavam pela Rua Venâncio Aires, em Santa Maria, no começo da tarde desta quinta-feira. Acostumados a disputar espaço com os carros as vagas dos parquímetros, os condutores se depararam com um meio de transporte diferente. Um cavalo estava amarrado a uma placa indicativa do estacionamento pago. E o mais curioso, com um tíquete dos parquímetros, garantindo sua permanência por pelo menos uma hora.

O dono do animal é o aposentado Dalton Luiz Zappe, 56 anos. Morador do distrito de Boca do Monte, ele resolveu vir até a cidade para almoçar com a sua filha, Larissa Zappe, para comemorar seu aniversário.

Apesar de ter comprado o tíquete, Zappe diz ter sido incomodado por outros motoristas.

— Muitos buzinavam querendo a minha vaga, mas eu estava pagando, mostrei o comprovante — justifica.

Fonte: Zero Hora
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Geral&newsID=a1824114.xml

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Mazzá gaudério!!!! Papo de gaúcho…

GAUDÊNCIO, o gaúcho guapo de PASSO FUNDO aproveitando a viagem a CAPITAL, vestiu
uma camiseta do DESAFIO DE TROVADORES e foi ao médico fazer um ‘xecápi’.

Pergunta o médico:
– Sr. GAUDENCIO, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.
– E eu disse ter 40 anos, tche??
– Quantos anos o senhor tem?
– Fiz 57 em maio que passou.
– Puxa! E quantos anos tinha seu pai quando morreu?

– E eu disse que meu pai morreu, tche?
– Oh, desculpe! Quantos anos tem seu pai?
– O véio tem 81.
– 81? Que bom! E quantos anos tinha seu avô quando morreu?
-E eu disse que ele morreu?
– Sinto muito. E quantos anos ele tem?

– 103, e anda de bicicleta até hoje.
– Fico feliz em saber. E seu bisavô? Morreu de quê?
– E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem.
– Agora já é demais! – Diz o médico revoltado – Por que um homem de 124 anos iria querer casar?

– E eu disse que ele QUERIA se casar? Queria nada, ele engravidou a moça.

Nesta quinta, 28/10 tem Entreveiro Musical na Fnac: César Oliveira e Rogério Melo + Marcello Caminha

Fnac Convida
Os Encontros na Fnac Porto Alegre – Outubro
Dia 28, quinta, às 19h30
Entreveiro Musical
César Oliveira e Rogério Melo + Marcello Caminha

A Fnac e a dupla tradicionalista César Oliveira e Rogério Melo convidam para a quarta edição do Entreveiro Musical na Fnac. Este mês eles recebem o violonista Marcello Caminha. O evento tem transmissão ao vivo pela Rádio Sul.net, emissora de música gaúcha na Web.
Saiba mais: www.radiosul.net/.
Evento com Entrada Franca.
Fonte: Produção César e Rogério

Linha Campeira do dia 24/10/2010

Programa da Semana

Buenas,
      No último programa das 10h30 ao meio dia e com duração de uma hora e meia, chamamos atenção para a mudança. A partir da semana que vem programas de duas horas de duração e novo horário. Das 11h à uma da tarde. Que baita troço!!!
            Clique aqui ouça o programa.
            Ouça também a Rádio On Line do Linha Campeira, na esquerda do site. Programação feita com os programas antigos sorteados aleatoriamente.
      E seguimo metendo ficha!
Leonel Furtado

Novas pistas abrem disputa por qualidade

Proliferação de remates cria concorrência salutar entre cabanhas. Ganha o criador

Nos últimos dez anos, o Rio Grande do Sul assistiu a um boom dos leilões de gado. Não há estatísticas oficiais sobre o crescimento, mas o fato é unanimidade entre os que fazem a roda girar. Num só dia, chega a acontecer uma dezena desses eventos de venda de reprodutores. A proliferação de remates, como os que ocorrem nesta Primavera, alimenta uma saudável concorrência entre as cabanhas, preocupadas em conservar ou ampliar a clientela.

Além de oferecer chamarizes como serviços vinculados à atividade (transporte gratuito, transmissão e programas de fidelidade), a multiplicação teve como efeito direto a qualificação de touros e fêmeas em pista. A pressão do mercado exigiu animais com mais peso na mesma idade, maior padronização e disponibilidade de informações técnicas como indicações de uso. "Com certeza, houve uma melhoria importante na qualidade média dos touros ofertados", opina o veterinário Fernando Furtado Velloso, sócio da FFVelloso & Dimas Rocha Assessoria Agropecuária". Velloso acrescenta que os criatórios tradicionais ainda estão entre os preferidos por terem processos de seleção de longo prazo, reconhecidos no mercado. Por outro lado, os novatos, se empenham de forma redobrada na qualificação do produto final para ganhar terreno.

Nesta disputa, as informações técnicas ganham peso e status. Ano a ano, os catálogos trazem mais dados sobre uso, performance e potencial reprodutivo dos touros, indicadores importantes para interessados em elevar a produtividade. E não somente para o retorno do investimento, mas para a sustentabilidade da atividade no futuro, opina Pedro Rocha Marques, do Nespro da Ufrgs. Marques alerta que, com a previsão de expansão da agricultura no Brasil nos próximos 20 anos, compradores de gado comercial serão obrigados a produzir mais animais em menos espaço, o que significa maior eficiência. Números da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) mostram que, no período, dos 15 milhões de hectares previstos de expansão de lavouras, 10 milhões de ha serão sobre áreas de pecuária.

Apesar do crescimento no número de eventos, o mercado gaúcho de leilões está longe da saturação. Isso se deve à oferta de touros inferior à real necessidade. Considerando o rebanho de 13 milhões de bovinos e bubalinos no Estado e uma reposição teórica de 20%, seria preciso produzir 340 mil reprodutores por ano. Contudo, Marques chama atenção: 80% dos pecuaristas gaúchos não repõe os touros anualmente, mas a cada quatro anos.
Fonte: CP

EUA adia certificação sanitária de carne suína catarinense para novembro

Abertura do mercado já foi adiada em setembro e outubro

Os Estados Unidos adiaram, novamente, a certificação sanitária às carnes suínas catarinenses. Os produtores de Santa Catarina aguardavam ansiosos pela abertura norte-americana, porque com ela viriam a reboque os mercados do Japão, Coreia e México, que aceitam a certificação dos EUA.

Enquanto o negócio com o Tio Sam foi postergado, a União Europeia marcou a vistoria sanitária para fevereiro de 2011 e a China deve enviar missão às plantas frigoríficas catarinenses em novembro.

O secretário da Agricultura, Enori Barbieri, disse ontem que está cobrando uma posição enérgica do governo federal, já que o acordo com os EUA previa a abertura do mercado em setembro, depois em outubro e agora postergado para 30 de novembro.

— Eles alegam que querem deixar a decisão para depois das eleições gerais do Congresso americano porque os produtores de suínos de lá estão fazendo muita pressão — explicou Barbieri.

EUA não cumpre acordo com o Brasil

A abertura à carne suína de Santa Catarina foi incluída no conjunto do acordo firmado entre os EUA e o Brasil, pelo qual o governo brasileiro se comprometeu a não realizar retaliação comercial a produtos e serviços norte-americanos. O Brasil venceu o contencioso do algodão (porque os EUA dão subsídios aos seus produtores) e a Organização Mundial de Comércio (OMC) autorizou a taxação brasileira. A retaliação só não foi feita em troca do acordo, que os EUA descumpriram ao adiar, novamente, a abertura do seu mercado.

A Federação da Agricultura de SC (Faesc) também quer que o Ministério das Relações Exteriores proteste com mais veemência, segundo o presidente da entidade, José Zeferino Pedrozo.

— O Brasil saiu vitorioso e os EUA não cumpriram o que foi determinado. Temos o direito de reivindicar compensações — afirmou Pedrozo, para quem a atuação diplomática do Brasil é "muito frouxa".

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro Camargo Neto, lembrou que o processo de aprovação pelos EUA foi iniciado em 2007 e uma missão visitou o Brasil em abril de 2008.

Fonte: ClicRBS Simone Kafruni | simone.kafruni

Me gusta Paleteada

El Gaucho

"Amalgama de Tierra y Hombre"
por el Comodoro ® Juan José Güiraldes

El Gaucho comenzó destacándose en las vaquerías, modo primitivo de aprovechamiento del ganado vacuno que, junto con el caballar, se multiplicó prodigiosamente desde la época en la cual unos pocos animales de ambas especies fueron traídos a estas latitudes. Para esa forma de cacería, consistente en desjarretear al animal con una filosa medialuna en la punta de una pica, el Gaucho necesitó del caballo e impuso un tipo de equitación muy singular. Entre 1550 y 1750 las vaquerías hicieron del descendiente del poblador venido de ultramar un experto domador y un jinete que obtenía los recursos para sustentar su vida "changando" por cuenta de los acopiadores de cuero y sebo, fuente, casi única, de nuestra riqueza de entonces. El Gaucho nació y se hizo "de a caballo" como autodidacta.

La lucha más prolongada que tuvo el Gaucho fué en el Desierto. Las tribus indígenas enfrentaron en guerra al colonizador con ferocidad sin treguas. El Gaucho tuvo que plantearla con la contundencia a que lo obligó la dura resistencia de las indiadas, que defendieron peleando palmo a palmo la posesión de la tierra en que se asentaban; así no tuvieran conciencia de límites, de propiedad, ni de nacionalidad.

Del primitivo poblador de estas tierras, además, el Gaucho recibió la herencia de saber soportar la soledad y las inclemencias del tiempo, procurarse el alimento, aguantar adversidad y luchar hasta el último aliento. También debemos afirmar que el carácter trashumante le dio al Gaucho un sentido irrenunciable de la Libertad.

El descendiente de españoles, como nacionalidad dominante, se constituye en el principio nativo del arquetipo argentino. Las inmigraciones que poblaron nuestro país con creciente intensidad dieron matices a ciertos tipismos regionales, pero no rozaron el sólido fundamento tradicional. El temple Gaucho argentinizó al inmigrante.

Su sentido hospitalario hizo que el desembarcado que optaba por el interior del país encontrara allí un modelo de vida, sintiendo como propio ese suelo que se le ofrecía. Casi todas las etnias del mundo dieron su sangre para que el Gaucho de nuestros días, en un entrecruzamiento prolífico, produjera la fisonomía tan singular que lo distingue.

argentina1.jpgEl Gaucho tiene sólidos principios. Confía en la palabra dada y es fiel a la amistad. Nunca es desertor de su condición. Es austero. Tiene concepto definido entre superior y subordinado. Cultiva sin alardes el patriotismo. Es ajeno al sectarismo político. Participa de las creaciones de la estética en sus artesanías, que aplica a su platería, en los tejidos, en los trenzados en cueros y trabajos en "aspa" y hueso. Maneja el idioma con propiedad y estilo en su lenguaje habitual, en sus relatos y en sus cuentos de fogón.

Es poeta y músico; autor, intérprete y bailarín. Respeta a la mujer; es sobrio y firme en el amor. Pero, por sobre todo, tiene y practica un código de honor y una conducta de vida a la que no concibe sin Libertad. Y tiene algo que es propio de los seres de excepción: un estilo para moverse que implica estética, educación y respeto. Siente el orgullo de ser quien es.
Fonte: Confederación Gaucha Argentina

Lançada no twitter a campanha #musicagauchanaaraguaia

No blog do cantor Joca Martins:

Caros mateadores aqui do blog, está lançada no twitter a campanha #musicagauchanaaraguaia !!! O pessoal tá twittando com todo força!!!

É só entrar no www.twitter.com e “atracá” #musicagauchanaaraguaia, dizer que apoia e tá feito! O repórter Giovani Grizotti da RBS, está apoiando a campanha e mandou mail pro diretor da novela (Araguaia) !!!

Aí que eu me refiro!!! Todo mundo convidado pra fazer pressão!!!

Meu twitter é www.twitter.com/jocacantor

Desafio é manter competitividade da carne no exterior, diz presidente da Abiec

Segundo Antônio Jorge Camardelli, não há como promover uma queda nos valores da carne no momento, já que o dólar não para de depreciar

Suzana Inhesta

Recém-chegado da feira de alimentos Sial, realizada em Paris (França) entre os dias 17 e 21, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, disse que a carne bovina brasileira tem um grande desafio no exterior: manter sua competitividade.

– Observei, durante a Sial, que há uma isonomia de preços da carne bovina no exterior. Passamos a ter competidores que até então não eram nossos concorrentes. Portanto, temos que trabalhar para manter a competitividade da carne bovina brasileira – afirmou.

Segundo ele, não há como promover uma queda nos valores da carne no momento, já que a matéria-prima (boi) está muito cara e o dólar não para de depreciar, situação que se repete no mundo todo.

– Temos que agregar valor ao nosso produto, como termos avanços técnicos e ganharmos com isso – disse, ressaltando a importância do trabalho mais próximo com o governo.

Frangos

Já na percepção do presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, que também esteve presente no evento, disse há um potencial de crescimento das exportações do frango brasileiro, mas o câmbio nos atuais patamares pode atrapalhar.

– Os estoques estão baixos em todo o mundo, diferente dos anos anteriores. Há uma grande demanda pelo frango brasileiro, mas a principal reclamação é o preço – afirmou.

– Com o dólar fragilizado e custos altos de produção devido à alta dos insumos, como milho e soja, é impraticável trabalharmos com preços menores no exterior – completou.

Fonte: Agência Estado

La Vitória

Tertúlia Nativista de Santa Maria tem nova música finalista

Canção ‘O Tempo Me Olha de Perto’ passou a integrar a lista das músicas que vão disputar o festival
Uma nova canção compõe a relação das 20 músicas selecionadas para a 18ª Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria. A canção O Tempo Me Olha de Perto, com letra de Paulo Chaves, de Palmeira das Missões, e música de Diogo Matos, de Santa Maria, e Jean Kirchoff, de São Gabriel, passou a integrar a lista das músicas que vão disputar o festival.

A canção vai substituir a milonga O Fim é o Grande Recomeço, de Rodrigo Bauer e Pedro Guerra. Os autores da música informaram à comissão organizadora que a poesia já havia sido publicada em um livro. Os compositores pediram a retirada da música do festival porque o regulamento da Tertúlia exige que as letras inscritas sejam inéditas. No entanto, a música já havia sido divulgada numa publicação independente.

A Tertúlia está marcada de 13 a 14 de novembro, no largo da gare. A entrada para as apresentações será sempre de graça. A 18ª Tertúlia Musical Nativista de Santa Maria volta a ser realizada na cidade depois de 11 anos de interrupção.

Fonte :http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/

Marcello Caminha faz seu primeiro show solo em Santa Maria

Marcello Caminha faz seu primeiro show solo em Santa Maria, hoje, no Treze de Maio
O violonista Marcello Caminha coleciona dados impressionantes em sua carreira. Aos 39 anos, participou de incontáveis festivais de música nativista (o primeiro foi em 1985), gravou o primeiro CD solo há 12 anos, recebeu mais de 50 prêmios como instrumentista (sendo quatro Açorianos de Música, uma das mais conceituadas premiações do Estado) e tem seu nome em mais de 50 discos – além de trabalhar com parceiros, lançou seis CDs e produziu o de outros artistas. Porém, há uma experiência que o bageense nunca teve: jamais fez uma apresentação solo em Santa Maria.

– Me apresentei com César Oliveira e Rogério Mello, com quem toco, mas nunca fiz um show meu – diz Caminha.
Tal inexperiência está com os dias contados. O violonista apresenta hoje, às 20h30min, no Theatro Treze de Maio, o show Influência. Batizado com o mesmo nome do disco que Caminha lançou há dois anos, o espetáculo traz canções que podem ser classificadas dentro de diversos ritmos da música latino-americana, como milonga, chamamés, chacareras, xote, baião. Entre elas, clássicos da canção gaúcha, como as consagradas Esquilador e Céu, Sol, Sul, e as recentes Lá na Fronteira e Batendo Água.

Dividindo o palco com Marcello Caminha Filho (percussão), Matheus Kleber (acordeon e teclado) e com o santa-mariense Felipe Alvares (contrabaixo), o violonista apresenta um show instrumental mas que, segundo ele, não tem nada a ver com um recital.

– O público interage muito com a gente e, mesmo sendo intrumental, as pessoas cantam as músicas. Cantam porque conhecem. Pelo menos é o que tem acontecido – conta o artista, que está em turnê pelo Estado.
Os compromissos de Caminha na cidade não se restringem ao teatro. Hoje, às 15h, ele vai ministrar a oficina Violão Gaúcho, na Escola Melodia (Avenida Medianeira, 1.110). O ingresso é a compra do DVD de mesmo nome, por R$ 40. Mas Violão Gaúcho não é um show.

– É uma videoaula, no qual a gente ensina os ritmos do sul. Nela, mostro passo a passo como se toca cada estilo – antecipa o arista.
Gravado na Estância da Vertente, em Lavras do Sul, a obra traz extras que podem interessar a todo o público.

– Ficamos cinco dias na estância e acompanhamos alguns trabalhos campeiros, como a marcação e a lida com o gado. Tem essa parte histórica – valoriza Caminha.
Envolvido na divulgação do DVD, em turnê-solo e acompanhando a agenda de César Oliveira e o Rogério Mello, Caminha tem feito shows quase todos os dias. Ainda assim, há tempo para ficar ansioso pela estreia aqui:

– Tenho muita expectativa pelo público de Santa Maria. É minha primeira oportunidade de apresentar meu trabalho aí. É muito importante para mim.

– Com: Marcello Caminha Filho (percussão), Felipe Alvares (contrabaixo) e Matheus Kleber (acordeon e teclado)

– Quando: hoje, às 20h30min
– Classificação: livre
– Onde: Theatro Treze de Maio (Praça Saldanha Marinho, s/nº, fone (55) 3028-0909)
– Quanto: R$ 12 (público em geral), R$ 6 (sócios do teatro, do Clube do Assinante, estudantes e idosos). Ingressos à venda na bilheteria do teatro

tatiana.dutra

DTG Lenço Colorado pela terceira vez na final do ENART

Pelo terceiro ano consecutivo o grupo adulto do Lenço Colorado, a entidade tradicionalista do Sport Club Internacional, está na final do Encontro de Arte e Tradição Gaúcha (ENART), em Santa Cruz do Sul-RS. Com apenas oito anos de existência, o DTG colorado teve que enfrentar entidades cinquentenárias do meio tradicionalista para alcançar a almejada classificação. A raça e o talento dos guerreiros colorados entraram no palco de Três Coroas-RS, no último final de semana, sob o olhar curioso do público, pois, enfim, uma entidade 100% futebolística entrava num palco de disputa com credenciais para chegar ao titulo desta tão concorrida eliminatória.

“Sou gremista e tradicionalista, e respeito muito o trabalho desenvolvido pelo Colorado no nosso meio. Esta invernada é diferente de todas as outras que passaram por este tablado: tem brilho, é elegante, são ágeis e sempre trazem novidades como esta tal dança do fandango com castanholas”, disse o engenheiro Marcelo Fonseca Bueno, de Porto Alegre, ao final da apresentação. Agora na final, aos poucos o Internacional começa a conquistar seu lugar ao sol neste que é o maior festival cultural das Américas. A final do ENART será realizada entre os dias 19 e 21 de novembro.
Parabéns, DTG Lenço Colorado! E sorte na grande final!
Fonte: Site do Internacional

Regis Milan e Marcelo Oliverira no CTG Os Praianos – Florianópolis

Um grande abraço ao amigo Régis Milan, que promoveu na noite de ontem a terceira noite nativa no CTG Os Praianos, em São José, Santa Cataria.

Baita iniciativa loco.
Parabéns!!
Leonel Furtado

Médias de causar inveja no Reculuta e São Bento

Leilão em Livramento destacou valor das raças Braford e Polled Hereford

MARCELA CAETANO | m.caetano

Contrariando a supremacia de preços da raça Braford nas pistas de Santana do Livramento, o touro Hereford K 114 foi o exemplar mais valorizado no leilão Reculuta e São Bento. Os compradores Ricardo e Luciano Sperotto Terra, da Cabanha Tamanca, vieram de Santa Vitória do Palmar decididos a arrematar o touro, que saiu por R$ 22,5 mil. "Este exemplar é o mais completo que já vi. Idealizamos ele como pai de nossos futuros produtos", salientou Ricardo. O leilão negociou 43 touros, obtendo faturamento de R$ 364,6 mil alta de 25,7% em relação ao remate de 2009. A média dos 16 touros Braford foi de R$ 9.412,50 e a dos 27 Polled Hereford, de R$ 7.928,00.

Entre os Braford, o mais valorizado foi o exemplar de tatuagem I 254, negociado por R$ 19,5 mil para Miguel Ricardo Vargas Chuy, da Cabanha Dom Angélico, de Dom Pedrito. "O Braford daqui é muito bom", destacou o criador. Os proprietários da Reculuta, Juarez Furtado, e da São Bento, Otto Manoel Alves, eram só otimismo. "O ano está bom para a raça", disse Alves, referindo-se aos touros Braford.

Fonte: CP

MOmento Gauchesco Artístico-Cultural Rio-Grandense

MOmento Gauchesco Artístico-Cultural Rio-Grandense

O MOGAR objetiva revelar o autoconhecimento do cidadão e seu folclore, suas crenças, símbolos, linguagens, artefatos, danças, etc … personificada na sua cultura de origem e na psicologia do seu "mundo gauchesco". Isto é, a identidade de seus pensamentos, de suas formas práticas, traços e cores, no panorama Artístico Nativista que o cercam, na História Nacional e no contexto da globalização, partindo das raízes identificadoras do indivíduo para registrar seus usos coletivos que, com ancestralidade, traduzem o comportamento natural do seu vivenciar costumeiro, no meio pastoril. Desta forma, testemunhar a postura cultural, educacional e de arte da pessoa, valores marcantes para uma melhor avaliação de um comportamento grupal.
O presente projeto fundamenta-se nos programas que vimos desenvolvendo ligados a cultura gauchesca, nestes últimos anos, especialmente a partir de 1998, atendendo a que, nas diferentes áreas do conhecimento humano atual, em que a pessoa consciente desfruta de direitos e de deveres para com a comunidade que vive, é importante a identificação e valorização do multiculturalismo.
Daí existir a necessidade de se promover atividades – Cursos, Palestras, Encontros, Exposições, Simpósios, Oficinas e Festivais – que venham esclarecer e orientar, bem como, oferecer material didático ao setor educacional e de organização coletiva, de maneira de que, os responsáveis tragam elementos de real soma à projeção de sua cultura.
O comportamento das comunidades das diversas regiões do Rio Grande do Sul, mostrada na maneira de ver, sentir, agir e reagir, traduzem um somatório à representatividade maior da Cultura Popular Gaúcha.
Fonte: http://paixaocortes.blogspot.com/

Bugio passa bem após choque elétrico em Blumenau

Animal entrou em contato com fios de alta tensão na tarde desta terça-feira

Continua internado no Centro de Saúde Animal da Furb, no Campus 5, o bugio fêmea que levou um choque na tarde desta terça-feira na Rua Hermann Heringer, Bairro Bom Retiro. Ela passa bem e já está ficando em pé, mesmo com as queimaduras, segundo o médico veterinário Júlio César de Souza Júnior.

O estado do animal é condiserado estável. Nesta quarta-feira será feita um exame para analisar o dedo do macaco que quebrou no acidente. Assim que ele estiver recuperado será encaminhado para o Ibama. A suspeita é que o bugio tenha saído do Parque São Francisco de Assis.

Em caso de acidentes com animais, acione a Polícia Ambiental pelo telefone 3336-3175 ou o Projeto Bugio no 3333-3878.

JORNAL DE SANTA CATARINA

Preço da carne sobe e não deve baixar

Motivo é a seca nos pastos e aumento do preço dos grãos no mercado mundial

Quem diria, mas a seca na Rússia e o fato de a China voltar a comprar milho no mercado mundial são responsáveis pela inflação da carne na mesa dos brasileiros. Para o consumidor, alguns cortes de carne bovina estão 20% mais caros, em média, enquanto as carnes de frango e suíno aumentaram até 25%.

E o pior da notícia vem agora: os preços devem continuar subindo e não há previsão de eles recuarem, a não ser na próxima safra. Ou seja, somente em 2011.

A carne bovina sofre efeito da crise do setor, que abalou a produção desde o ano passado e agora há menos abate. Mas a seca no Centro-Oeste e Norte do país também contribuiu para faltar boi gordo para os frigoríficos. Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), o aumento no consumo interno de carne bovina forçou a alta nos preços por causa da dificuldade de comprar boi gordo, o que aumenta o custo operacional dos frigoríficos.

Em valores nominais, o preço atual do traseiro (carne de primeira) bateu o recorde de R$ 7,50 o quilo para os frigoríficos, conforme levantamento realizado pela Scot Consultoria. Além da falta de matéria prima e o maior consumo interno, as exportações tem ajudado a escoar a produção.

A Abrafrigo não descarta novos reajustes até o final do ano, mesmo com a saída de animais de confinamento porque os preços da arroba também têm subido. Além disso, no final do ano aumenta o consumo de carne no país.

— A carne bovina deve ser mais valorizada e não há previsão dos preços baixarem a não ser na próxima safra. Suínos e frangos já subiram 25% — alerta o secretário estadual de Agricultura, Enori Barbieri.

Segundo ele, houve redução da produção de carne bovina e, com menos produto no mercado, o preço subiu pela lei da oferta e demanda.

— O consumidor foi escolher outras carnes e puxou também o aumento do frango e do suíno. Nestes dois casos, o preço também subiu porque 75% dos animais é milho e soja das rações, e os grãos tiveram um aumento significativo no mercado mundial em função da seca na Rússia e porque a China, que não comprava no mercado mundial, importou 1,5 milhão de toneladas de milho dos EUA, desequilibrando o mercado — explica.

Preços devem continuar subindo

O coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), Antonio Evaldo Comune, afirma que a carne bovina deverá manter o posto de maior vilão da inflação em outubro.

Outro item que subiu bastante em setembro e deve permanecer em alta importante em outubro é o frango, segundo o coordenador do IPC. No mês passado, o item apresentou avanço de 7,02%, bem mais significativo que o de 3,40% de agosto.

Além do maior preço dos insumos, como milho e soja, o frango também teve aumento das exportações catarinenses em 2010, de 20% em relação a 2009, o que deixou menos produto no mercado interno. Para o presidente do Sindicato da Indústria de Carnes de Santa Catarina (Sindicarnes/SC), Ricardo Gouveia, o aumento do preço do frango é reflexo direto da elevação do preço do milho.

— A saca de milho estava em R$ 14 e R$ 15 e agora está R$ 26.

Maior demanda e menor abate

O preço das carnes nos supermercados tiveram altas significativas no mês passado. Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o aumento de setembro sobre agosto foi de 1,53% para carne traseira e 3,9% para dianteira. Mas a elevação vem ocorrendo o ano todo.

Dados da Abras apontam que a variação em 2010, de janeiro a setembro, foi de 2,1% na dianteira e 4,4% na traseira e no acumulado de 12 meses de 5,8% e 13,9% nas carnes dianteira e traseira, respectivamente.

— Isso sem considerar a maior alta, que foi nos últimos dias, já em outubro — explica a assessoria da Abras.

No Mercado de Carnes Kretzer, de São José, o frango subiu mais nos últimos dias, com alta de 15%, sendo que a carne bovina subiu os mesmos 15% ainda no mês passado.

— A picanha estava R$ 27,50 e passou para R$ 31,50. O coxão mole passou de R$ 12,80 para R$ 13,80 — conta o dono do açougue, Jaci Carlos Kretzer.

Nos Supermercados Giassi, a carne bovina aumentou cerca de 20% ainda em setembro. Em outubro, os preços se acomodaram, de acordo com o presidente do grupo, Zefiro Giassi. Mas ele alerta que a sua rede consegue comprar do Rio Grande do Sul, estado produtor que não sofreu tanto com a seca como o Centro-Oeste.

— Quem está comprando do Norte está pagando mais caro. No Sul, o RS ainda tem estoque de gado de pastagem gordo.

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP) informa que o volume de abate de bois pelos frigoríficos tem sido menor por causa do período de entressafra e o aumento no consumo.

— Como o volume de carne é menor e a demanda interna está aquecida, o preço disparou. Além do mais, temos que considerar que o preço da carne é sazonal. No início do mês aumenta porque o consumo também aumenta. No final do mês, cai um pouco. O que tem acontecido nestes últimos meses é que o preço da carne tem se mantido alto mesmo nos períodos sazonais de queda — explicam os especialistas do Cepea.
Fonte: Diário Catarinense

Costela pressiona inflação na Capital

Os alimentos voltaram a pressionar a inflação em Porto Alegre, que registrou variação de 0,38% na segunda semana de outubro do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). O resultado foi 0,21 ponto percentual maior que o divulgado na semana anterior, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A aceleração foi motivada pela alta no preço das carnes, em especial a bovina, que aumentou 3,07% no período, segundo o coordenador do escritório da FGV em Porto Alegre, Márcio Fernando da Silva. O destaque nesse item foi a elevação de 7,06% no preço da costela nos últimos 30 dias. "O consumo intenso, com menor oferta, obrigou o Estado a acelerar a importação e isso pressionou o preço", salientou Silva. Também mereceu destaque a variação no preço do frango, que aumentou 17,73% no período. Nesse caso, o impacto foi motivado pela seca.

De acordo com a FGV, nesta edição da pesquisa, todas as classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração em suas taxas de variação. Além da alimentação, o grupo de Despesas Diversas teve variação positiva, passando de -0,19% para 0,12%. As pressões acima da variação média foram exercidas pelos grupos Vestuário (0,61%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,57%) e Alimentação (0,47%). Em compensação, ficaram abaixo da inflação os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,36%); Habitação (0,29%); Transportes (0,25%) e Despesas Diversas (0,12%).

Ente as capitais, Porto Alegre teve a quarta maior inflação, abaixo de São Paulo (1,01%), Salvador (0,49%) e Rio de Janeiro (0,45%). Das sete cidades pesquisadas, apenas São Paulo e Porto Alegre apresentaram elevação dos índices. No país, o IPC-S mostrou variação de 0,65%, ou 0,01 ponto percentual abaixo da taxa da primeira semana deste mês. A tendência é de que o índice se mantenha acelerado.

Fonte: CP

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