Monsanto anuncia repasse de R$ 5,9 milhões para pesquisas da Embrapa

Empresa abriu mão dos royalties sobre a comercialização das variedades de soja com tecnologia roundup ready pela Embrapa

Alessandra Mello l Santo Antônio de Goiás (GO)Atualizada às 20h32min

A Monsanto e a Embrapa anunciam na manhã desta segunda, 29 de novembro, o repasse de R$ 5,9 milhões ao Fundo de Pesquisa Embrapa-Monsanto. O dinheiro será aplicado em nove projetos de pesquisa. O anúncio foi feito durante cerimônia na Embrapa Arroz e Feijão, em Santo Antônio de Goiás (GO).

Hoje no Brasil ainda não há autorização para o plantio comercial de arroz transgênico. Mas a Embrapa garante que, mesmo assim, com o cenário de mudanças climáticas, as pesquisas precisam avançar. Um dos estudos que vai se intensificar nos próximos três anos é a busca de genes no arroz que garantam maior tolerancia à seca.

Já no feijão, uma pesquisa está em fase final: o grão resistente ao mosaico dourado, uma doença que causa perdas de 300 mil toneladas por ano. A autorização para as pesquisas de campo deve sair nos próximos meses, e a previsão dos pesquisadores é que até 2014 o feijão geneticamente modificado chegue à mesa do consumidor.

Outro estudo com o feijão começa agora: o pesquisador da Embrapa Josias Corrêa pretende buscar um grão transgênico que seja resistente ao mofo branco. Além do feijão, os pesquisadores se dedicam às culturas da cana-de-açúcar e do algodão. Na Embrapa, eles também preparam um banco de dados sobre os biomas brasileiros.

Pesquisas como estas vem recebendo apoio da iniciativa privada. Nesta segunda, foram selecionados nove projetos, entre eles aqueles que envolvem a pesquisa com arroz e feijão transgênicos.

Para viabilizar o repasse dos recursos, a Monsanto abre mão do pagamento de royalties sobre a comercialização das variedades de soja com a tecnologia roundup ready da safra 2009/2010 pela Embrapa.

O acordo entre as empresas existe desde 2006. Nesse período já foram investidos mais de R$ 25 milhões em pesquisas.

Conheça os projetos selecionados:

– Feijão resistente ao mofo branco via engenharia genética;

– Melhoramento de algodão convencional resistente a nematóide das galhas;

– Desenvolvimento de plataforma de dados sobre os biomas brasileiros;

– Estudo do impacto ambiental de milho transgênico Bt sobre a entomofauna, microbiota do solo e produção de grãos;

– Programa de contenção e rastreamento para desenvolvimento de genótipos de algodão tolerantes a glifosato e resistentes a insetos;

– Identificação de plantas daninhas resistentes ao herbicida glifosato;

– Formulação de biopesticidas a base de vírus, fungos e bactérias para o controle da lagarta do cartucho;

– Transformação de arroz com genes relacionados à tolerância à seca e aumento do potencial produtivo;

– Prospecção de genes de cana-de-açúcar para melhoramento genético visando tolerância à seca.

Fonte: CANAL RURAL

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Transmissão da 37ª Edição da Califórnia da Canção Nativa do RS!

Entre os dias 9 e 12 de dezembro, ocorre a 37ª Edição da Califórnia da Canção Nativa do Rio Grande do Sul, em Uruguaiana. O PRODUTO CULTURAL GAÚCHO (com a TwitCam de @CesarCattani) e a RadioSul (www.radiosul.net) estarão transmitindo o festival por estes meios, a Rádio e a TwitCam. O link para acessar a TwitCam será divulgado nos msn’s da Rádio, assim como pelo twitter de Cesar Cattani. Como a transmissão será feita com coneção 3G, caso aconteça algum imprevisto na coneção e esta não disponibilizar o sinal, ou em uma demanada muito baixa, haverá uma reprise do festival em outro dia (as informações serão disponibilizadas aqui no blog após ser decido o melhor dia e horario para a reprise deste evento), pois tudo será gravado!

http://produtoculturalgaucho.blogspot.com/

Informativo César Oliveira & Rogério Melo

Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva
(MTB 14286/DRT/DRS)
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br
http://www.twitter.com/cesar_rogerio

Linha Campeira do dia 28/11/2010

Programa da Semana

Buenas pessoal!!!
     Olha ai o link pra o programa dedicado a Tertúlia Nativista de Santa Maria.
     Clique aqui e ouça o programa.
      Linha Campeira
O teu companheiro de churrasco

O Rio Grande Canta o Cooperativismo já tem as suas finalistas

Buenas meus amigos..
Findando a "volta ao Rio Grande em um final de semana" estive pelos pagos de Antônio Prado acompanhando a última eliminatória do festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo. Por lá, muitos e muitos amigos queridos! Como sempre a organização foi impecável!

Posto pra vocês as quatro músicas que estarão, junto com as outras oito composições classificadas em Santa Rosa e Rolante, fazendo a grande final do festival no dia 10 de dezembro em Ibirubá.
As três composições escolhidas pelo corpo de jurados foram:

As sete lições
Letra: Claudionir Araujo Bastos
Melodia: Jaime Ribeiro
Representando a Cooperativa Sicredi Itaqui, de Uruguaiana
Intérprete: João Quintana Vieira

Feminina
Letra e melodia: Chico Saga e Mário Tressoldi
Representando a Cooperativa Sicredi Nordeste, de Rolante
Intérprete: Lú Schiavo

Frondosa bandeira
Letra: Adão Quevedo
Melodia: Aline Ribas (euuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!)
Representando a Cooperativa Sicredi Zona Sul, de São Lourenço do Sul
Intérpretes: Robledo Martins, Éverson Maré e Cícero Camargo

E pelo voto popular:
Viés doutrinário
Letra: Áurea da Rosa e Alberto Sales
Melodia: Zulmar Benitez
Representando a Cooperativa Sicredi Pioneira, de Caxias do Sul
Intérpretes: Priscila Campeol e Analise Severo

Confira as outras classificadas que estarão no palco na grande final em Ibirubá dia 10 de dezembro.

Santa Rosa

Elos da Corrente
Letra: Wolmar da Costa Flores
Melodia: Cristiano dos Santos Rodrigues
Representando a Cooperativa Cooperagro, de São Pedro do Sul
Intérprete: Nenito Sarturi e Leonardo Sarturi

Ideal Cooperativismo
Letra: Wolmar da Costa Flores
Melodia: Jair Oliveira de Medeiros
Representando a Cooperativa Cooperagro, de São Pedro do Sul
Intérprete: Tuny Brum

Uma só Voz
Letra: Eduardo Machado Duarte
Melodia: Eduardo Machado Duarte e Cristiano Quevedo
Representando o Sicredi Vale do Camaquã, de Piratini
Intérprete: Chico Saratt

De Carreira Atada (escolha do público)
Letra: Josué Fernando Scheffler

Melodia: Miguel Ângelo de Freitas
Representando a Sicredi Pioneira, de Novo Hamburgo
Intérprete: Luiz Carlos Glowascki

Rolante

Sob a luz de novo dia
Letra e melodia: Cristiano Quevedo e Érlon Péricles
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Camaquã, de Piratini

Intérprete: Cristiano Quevedo

Cada vez mais vivo
Letra: Ivo Ladislau e Claudio Amaro
Melodia: Edson Vieira e Dani DK
Representando a Cooperativa Sicredi Metrópolis, de Porto Alegre
Intérprete: Edson Vieira

A canção de todos nós
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Robledo Martins
Representando a Cooperativa Sicredi Grande Palmeira, de Palmeira das Missões
Intérprete: Robledo Martins

Ventos de esperança (escolha do público)

Letra: Flaubiano Lima
Melodia: Nilton Ferreira
Representando a Cooperativa Sicredi Nordeste, de Rolante
Intérprete: Nilton Ferreira

Fonte: Blog Os Festivais

BB prorroga custeio do trigo

O Banco do Brasil prorrogou o pagamento da primeira parcela dos custeios da lavoura de trigo (safra 2010/2011), com vencimento previsto para dezembro. Desta forma, a dívida pode começar a ser sanada no final do contrato. Segundo o superintendente do Banco do Brasil no RS, José Carlos Reis da Silva, 30% dos contratos tem a última parcela programada para março, e o restante, para abril. "Isso facilita para que o triticultor negocie a safra com mais calma", afirma o presidente da Fecoagro, Rui Polidoro Pinto.

Ontem, no primeiro leilão de PEP da nova safra, foram negociadas as 100 mil t do RS com deságio de 25% no prêmio. O próximo leilão será em 2 de dezembro, dois dias após reunião entre o setor e a Conab, na Capital, para discutir alterações nos editais de PEP das ofertas seguintes.

Fonte: CP

A Guerra do Contestado

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina.

Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa.

A região fronteiriça entre os estados do Paraná e Santa Catarina recebeu o nome de Contestado devido ao fato de que os agricultores contestaram a doação que o governo brasileiro fez aos madeireiros e à Southern Brazil Lumber & Colonization Company. Como foi uma região de muitos conflitos, ficou conhecida como Contestado, justamente por ser uma região de disputas limítrofes entre os dois estados brasileiros.Ação judicial de Santa Catarina contra o Paraná em 1900, por limites

Antecedentes

  • Decisões judiciais do STF pró-Santa Catarina em 1904, 1909 e 1910
  • Revolta do ex-maragato Demétrio Ramos na zona do Timbó, em 1905 e 1906
  • Construção da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande, de 1908 a 1910
  • Criação dos municípios de Canoinhas, Itaiópolis e Três Barras em Santa Catarina, e de Timbó no Paraná.
  • Instalação da Southern Brazil Lumber & Colonization em Calmon (1908) e em Três Barras (1912)
  • Construção do Ramal de São Francisco, a partir de 1911
  • 1911: Revolta do ex-maragato Aleixo Gonçalves de Lima em Canoinhas
  • 19101912: Questão de terras da fazenda Irani e da Cia. Frigorífica e Pastoril
  • Combate no Banhado Grande, em Irani, em outubro de 1912
  • 1911: Escrituração de glebas de terras devolutas do Contestado para a EFSPRG
  • Disputas pela exploração dos ervais – concessões de Estados e Municípios
  • Vendas suspeitas de terras no Contestado, do Estado para especuladores – bendegós
  • Disputas eleitorais entre os coronéis da região pelos domínios políticos nos municípios
  • Espírito guerreiro do Caboclo Pardo (Revolução Farroupilha e Revolução Federalista)
  • Religiosidade: messianismo, misticismo e fanatismo da população cabocla
  • Ideologia nacionalista – civilismo na República – construção do exército

Preliminares: o poder dos monges

Para entender-se bem a guerra sertaneja , é preciso voltar um pouco no tempo e resgatar o valor da figura de três monges da região. O primeiro monge que galgou fama foi João Maria, um homem de origem italiana, que peregrinou pregando e atendendo doentes de 1844 a 1870. Fazia questão de viver uma vida extremamente humilde, e sua ética e forma de viver arrebanhou milhares de crentes, reforçando o messianismo coletivo. Sublinhe-se, porém, que não exerceu influência direta nos acontecimentos da Guerra do Contestado que ocorreria posteriormente. João Maria morreu em 1870, em Sorocaba, estado de São Paulo.

O segundo monge adotou o codinome (alcunha) de João Maria,[1] mas seu verdadeiro nome era Atanás Marcaf, provavelmente de origem síria. Aparece publicamente com a Revolução Federalista de 1893, mostrando uma postura firme e uma posição messiânica. Sobre sua situação política, dizia ele "estou do lado dos que sofrem". Chegou, inclusive, a fazer previsões sobre os fatos políticos da sua época. Atuava na região entre os rios Iguaçu e Uruguai. É de destacar a sua influência inquestionável sobre os crentes, a ponto de estes esperarem a sua volta através da ressurreição, após seu desaparecimento em 1908.

As entrelinhas do que estava por vir estavam se amarrando entre si. A espera dos fiéis acaba em 1912, quando apareceu publicamente a figura do terceiro monge. Este era conhecido inicialmente como um curandeiro de ervas, tendo se apresentado com o nome de José Maria de Santo Agostinho, ainda que, de acordo com um laudo da polícia da Vila de Palmas, Estado do Paraná, ele fosse, na verdade, um soldado desertor condenado por estupro, de nome Miguel Lucena de Boaventura.

Como ninguém conhecia ao certo a sua origem, como aparentava uma vida reta e honesta, não lhe foi difícil granjear em pouco tempo a admiração e a confiança do povo. Um dos fatos que lhe granjearam fama foi a presunção de ter ressuscitado uma jovem (provavelmente apenas vítima de catalepsia patológica). Supostamente também recobrou a saúde da esposa do coronel Francisco de Almeida, acometida de uma doença incurável. Com este episódio, o monge ganha ainda mais fama e credibilidade ao rejeitar terras e uma grande quantidade de ouro que o coronel, agradecido, lhe queria oferecer.

A partir daí, José Maria passa a ser considerado santo: um homem que veio à terra apenas para curar e tratar os doentes e necessitados. Metódico e organizado, estava muito longe do perfil dos curandeiros vulgares. Sabia ler e escrever e anotava em seus cadernos as propriedades medicinais das plantas encontradas na região. Com o consentimento do coronel Almeida, montou no rancho de um dos capatazes o que chamou de farmácia do povo, onde fazia o depósito de ervas medicinais que utilizava no atendimento diário, até horas tardias da noite, a quem quer que o visitasse.

Os confrontos se iniciam

Após a conclusão das obras do trecho catarinense da Estrada de Ferro São Paulo-Rio Grande]], a companhia Brazil Railway Company, que recebeu do governo 15 km de cada lado da ferrovia,[2] iniciou a desapropriação de 6.696 km² de terras (equivalentes a 276.694 alqueires) [2] ocupadas já há muito tempo por posseiros que viviam na região entre o Paraná e Santa Catarina. O governo brasileiro, ao firmar o contrato com a Brazil Railway Company, declarou a área como devoluta, ou seja, como se ninguém ocupasse aquelas terras.[3] "A área total assim obtida deveria ser escolhida e demarcada, sem levar em conta sesmarias nem posses, dentro de uma zona de trinta quilômetros, ou seja, quinze para cada lado"..[4] Isso, e até mesmo a própria outorga da concessão feita à Brazil Railway Company, contrariava a chamada Lei de Terras de 1850.[4] Não obstante, o governo do Paraná reconheceu os direitos da ferrovia; atuou na questão, como advogado da Brazil Railway, Affonso Camargo, então vice-presidente do estado.[5]

Esses camponeses que viram o direito às terras que ocupavam ser usurpado,[5] e os trabalhadores que foram demitidos pela companhia (1910), decidiram então ouvir a voz do monge José Maria, sob o comando do qual organizaram uma comunidade. Resultando infrutíferas quaisquer tentativas de retomada das terras – que foram declaradas "terras devolutas" pelo governo brasileiro no contrato firmado com a ferrovia [3] – cada vez mais passou-se a contestar a legalidade da desapropriação. Uniram-se ao grupo diversos fazendeiros que, por conta da concessão, estavam perdendo terras para o grupo de Farquhar, bem como para os coronéis manda-chuvas da região.

A união destas pessoas em torno de um ideal, levou à organização do grupo armado, com funções distribuídas entre si. O messianismo adquiria corpo. A vida era comunitária, com locais de culto e procissões, denominados redutos. Tudo pertencia a todos. O comércio convencional foi abolido, sendo apenas permitidas trocas. Segundo as pregações do líder, o mundo não duraria mais 1000 anos e o paraíso estava próximo. Ninguém deveria ter medo de morrer porque ressuscitaria após o combate final. É de destacar a importância atribuída às mulheres nesta sociedade. A virgindade era particularmente valorizada.

O "santo monge" José Maria rebelou-se, então, contra a recém formada república brasileira e decidiu dar status de governo independente à comunidade que comandava. Para ele, a República era a "lei do diabo". Nomeou "Imperador do Brasil" um fazendeiro analfabeto, nomeou a comunidade de "Quadro Santo" e criou uma guarda de honra constituída por 24 cavaleiros que intitulou de "Doze Pares de França", numa alusão à cavalaria de Carlos Magno na Idade Média.

Os camponeses uniram-se a este, fundando alguns povoados, cada qual com seu santo. Cada povoado seria como uma "Monarquia Celeste", com ordem própria, à semelhança do que Antônio Conselheiro fizera em Canudos.

Convidado a participar da festa do Senhor do Bom Jesus, na localidade de Taquaruçu (município de Curitibanos), o monge vai acompanhado de cerca de 300 fiéis, e lá permanece por várias semanas, atendendo aos doentes e prescrevendo remédios.

Desconfiado com o que acontecia, e com medo de perder o mando da situação local em Curitibanos, o coronel Francisco de Albuquerque, rival do coronel Almeida, enviou um telegrama para a capital do estado pedindo auxílio contra "rebeldes que proclamaram a monarquia em Taquaruçu"’.

Primeiras mortes

O governo brasileiro, então comandado pelo Marechal Hermes da Fonseca, responsável pela "Política das Salvações", caracterizada por intervenções político-militares que em diversos Estados do país pretendiam eliminar seus adversários políticos, sentiu indícios de insurreição neste movimento e decidiu reprimi-lo, enviando tropas para "acalmar" os ânimos.

Antevendo o que estava por vir, José Maria parte imediatamente para a localidade de Irani com todo o seu carente séquito. A localidade nesta época pertencia a Palmas, cidade que estava na jurisdição do Paraná, e que tinha com Santa Catarina questões jurídicas não resolvidas por conta de divisas territoriais, e acabou vendo nessa grande movimentação uma estratégia de ocupação daquelas terras.

A guerra do Contestado inicia-se neste ponto: em defesa de suas terras, várias tropas do Regimento de Segurança do Paraná são enviadas para o local, a fim de obrigar os invasores a voltar para Santa Catarina. Estamos em outubro de 1912.

Mas as coisas ocorrem bem diferente do planejado. Tem início um confronto sangrento entre tropas do governo e fiéis do Contestado no lugar chamado "Banhado Grande". Ao término da luta, estão sem vida dezenas de pessoas, de ambos os lados. Morreram no confronto o coronel João Gualberto, que comandava as tropas, e também o monge José Maria, mas os partidários do contestado tinham conseguido a sua primeira vitória.

José Maria é enterrado com tábuas pelos seus fiéis, a fim de facilitar a sua ressurreição, já que os caboclos acreditavam que este ressuscitaria acompanhado de um Exército Encantado, vulgarmente chamado de Exército de São Sebastião, que os ajudaria a fortalecer a Monarquia Celeste e a derrubar a República, que cada vez mais acreditava-se ser um instrumento do diabo, dominado pelas figuras dos coronéis.

Mais confrontos, ataques e contra-ataques

Em 8 de fevereiro de 1914, numa ação conjunta de Santa Catarina, Paraná e governo federal, foi enviado a Taquaruçu um efetivo de 700 soldados, apoiados por peças de artilharia e metralhadoras. Estes logram êxito na empreitada, incendeiam completamente o acampamento dos jagunços, mas sem muitas perdas humanas, já que os caboclos e fiéis da causa do Contestado se refugiaram em Caraguatá, local de difícil acesso e onde já viviam cerca de 20.000 pessoas.

Os fiéis que mudaram para Caraguatá, interior do atual município de Lebon Régis, eram chefiadas por Maria Rosa, uma jovem com 15 anos de idade, considerada pelos historiadores como uma Joana D’Arc do sertão, já que "combatia montada em um cavalo branco com arreios forrados de veludo, vestida de branco, com flores nos cabelos e no fuzil". Após a morte de José Maria, Maria Rosa afirmava receber, espiritualmente, ordens do mesmo, o que a fez assumir a liderança espiritual e militar de todos os revoltosos, então cerca de 6.000 homens.

De março a maio outras expedições foram realizadas, porém todas sem sucesso. Em 9 de março de 1914, embaladas pela vitória de Taquaruçu, que tinham destruído completamente, as tropas cercam e atacam Caraguatá, mas aí o desastre é total. Fogem em pânico perseguidos pelos revoltosos. Esta nova vitória enche os contestadores de ânimo. O fato repercute em todo o interior, trazendo para o reduto ainda mais pessoas com interesses afins, mas também atinge em cheio ao governo e aos órgãos legalmente constituídos.

Como cada vez mais pessoas engajavam-se abertamente ao movimento, piquetes foram formados pelos fiéis para o arrebanhamento de animais da região a fim de suprir as necessidades alimentícias do núcleo de Caraguatá. São então fundados os redutos de Bom Sossego e São Sebastião. Só neste último se aglomeravam cerca de 2.000 pessoas.

Além de colocar em prática técnicas de guerrilha para a defesa dos ataques do governo, os fanáticos passaram ao contra-ataque. Em 2 de setembro, lançaram um documento que intitulou-se "Manifesto Monarquista", deflagrando-se, a partir de então, o que chamavam de a Guerra Santa, caracterizada por saques e invasões de propriedades de coronéis e por um discurso que exigia pobreza e cobrava exploração ao máximo da República.

Invadiam as fazendas dos coronéis tomando para si tudo o que precisavam para suprir as necessidades do reduto. Além disso, amparados nas vitórias que tiveram, atacaram várias cidades, como foi o caso de Curitibanos, onde os alvos eram invariavelmente os cartórios, locais onde se encontravam os registros das terras que antes a eles pertenciam. Não bastasse isso, num outro ataque na localidade de Calmon, destruíram completamente a segunda serraria da Lumber, uma das empresas que vieram de fora para explorar a madeira da faixa de terra de 30 quilômetros (15 quilômetros de cada lado) às margens da ferrovia.

O controle começa a mudar de lado

Com a ordem social cada vez mais caótica na região, o governo central designa o general Carlos Frederico de Mesquita, veterano de Canudos, para comandar uma ação contra os rebeldes. Inicialmente tenta, sem êxito, um acordo para dispensar os revoltosos; a seguir ataca duramente Santo Antônio, obrigando os rebeldes a fugir. O reduto de Caraguatá, que antes vira as tropas do governo fugirem perseguidas por revoltosos, tem agora de ser abandonada às pressas pelos mesmos revoltosos devido a uma grande epidemia de tifo. Considerando, equivocadamente, dispersos os revoltosos, o general Mesquita dá a luta por encerrada.

Mas a calmaria terminaria logo. Os revoltosos rapidamente se reagrupam e se organizam na localidade de Santa Maria, interior norte do município de Lebon Régis, intensificando os ataques: tomam e incendeiam a estação de Calmon; dizimam a vila de São João (Matos Costa), atacam Curitibanos e ameaçam Porto União da Vitória, cuja população abandona a cidade em desespero.

Os boatos chegam até Ponta Grossa e dizem que os revoltosos e seu exército pretendem marchar até o Rio de Janeiro para depor o Presidente. Os rebeldes já dominam, nesta altura dos acontecimentos, cerca de 250 km² da região do Contestado.

O governo federal joga uma outra, e ainda mais dura, cartada: nomeia o general Fernando Setembrino de Carvalho para o comando das operações contra os Contestadores. Este chega a Curitiba em setembro de 1914, chefiando cerca de 7.000 homens, com ordens de sufocar a rebelião e pacificar a região a qualquer custo. Sua primeira providência foi restabelecer as ligações ferroviárias e guarnecer as mesmas de novos ataques.

Nas proximidades da ferrovia, o exército brasileiro construiu o Campo da Aviação de Rio Caçador, onde hoje existe o município homônimo. Como apoio de operações de guerra, pela primeira vez na história da América Latina foram usados dois aviões para fins de reconhecimento. Em um acidente durante as operações, morreu o Capitão Ricardo Kirk, primeiro aviador militar do Brasil.

Astutamente, Setembrino enviou um manifesto aos revoltosos no qual garantia a devolução de terras para quem se entregasse pacificamente. Garantia também, por outro lado, um tratamento hostil e severo para quem resolvesse continuar em luta contra o governo.

Mudança de estratégia Com o passar do tempo, general Fernando Setembrino de Carvalho adotou uma nova postura de guerra, evitando o combate direto, que era o que os revoltosos esperavam e para o que estavam se preparando, optando, pelo contrário, por cercar o reduto dos fanáticos com tropas por todos os lados, evitando que entrassem ou saíssem da região onde estavam. Para isto, o general dividiu seu efetivo em quatro alas com nomes dos quatro pontos cardeais e, gradativamente, foi avançando e destruindo qualquer resistência que encontrasse pelo caminho.

Com esta nova estratégia, rapidamente começou a faltar comida nos acampamentos dos revoltosos. Isto teve como consequência imediata a rendição de dezenas de caboclos. Contudo, a maioria dos que se entregavam eram velhos, mulheres e crianças – talvez uma contra-estratégia dos fiéis para que sobrasse mais comida aos combatentes que ficaram para trás e que ainda defenderiam a causa.

Neste ponto da guerra do Contestado, começa a se destacar a figura de Deodato Manuel Ramos, vulgo "Adeodato", considerado pelos historiadores como o último líder dos Contestadores. Adeodato transfere o núcleo dos revoltosos para o vale de Santa Maria, que contava ainda com cerca de 50.000 homens. Só que aí, à medida que ia faltando o alimento, Adeodato passa a revelar-se cada vez mais autoritário, não aceitando a rendição. Aos que se entregavam, aplicava sem dó a Pena de morte.

Cerco fechado, sem pressa e deixando os revoltosos nervosos lutarem contra si mesmos, em 8 de Fevereiro de 1915 a ala Sul, comandada pelo tenente-coronel Estillac, chega a Santa Maria. De um lado as forças do governo, bem armadas, bem alimentadas, de outro, rebeldes também armados, é verdade, mas famintos e sem ânimo para resistir muito tempo. A luta inicial é intensa e, à noite, o tenente-coronel ordena a retirada, afinal, já contabilizara só no seu lado 30 mortos e 40 feridos. Novos ataques e recuos ocorreram nos dias seguintes.

Em 28 de março de 1915,o capitão Tertuliano Potyguara parte da vila de Reinchardt com 1.085 homens em direção a Santa Maria, perdendo só em emboscadas durante o trajeto, 24 homens. Depois de vários confrontos, num deles Maria Rosa, a líder espiritual dos rebeldes, morre às margens do rio Caçador. Em 3 de abril, as tropas de Estillac e Potyguara avançam juntas e ordenadas para o assalto final a Santa Maria, onde restavam apenas alguns combatentes já quase mortos pela fome.

Em 5 de Abril, depois do grande assalto a Santa Maria, o general Estillac registra que "tudo foi destruído, subindo o número de habitações destruídas a 5.000 (…) as mulheres que se bateram como homens foram mortas em combate (…) o número de jagunços mortos eleva-se a 600. Os redutos de Caçador e de Santa Maria estão extintos. Não posso garantir que todos os bandidos que infestam o Contestado tenham desaparecido, mas a missão confiada ao exercito está cumprida". Os rebeldes sobreviventes se dispersaram em muitas cidades.

Em dezembro de 1915 o último dos redutos dos revoltosos foi devastado pelas tropas de Setembrino. Adeodato fugiu, vagando com tropas no seu encalço. Conseguiu, no entanto, escapar de seus perseguidores e, como foragido, ficou ainda 8 meses escondendo-se pelas matas da região. Mas a fome e o cansaço, além de uma perseguição sem trégua, fizeram com que Adeodato se rendesse. Encerrava-se então, em agosto de 1916, com a prisão de Adeodato, a Guerra do Contestado.

Adeodato foi capturado e condenado a 30 anos de prisão. Entretanto, em 1923, 7 anos após ter sido preso, Adeodato é morto pelo próprio diretor da cadeia numa tentativa de fuga.

Estatísticas do confronto

Consequências imediatas

  • 20 de outubro de 1916: Assinatura do Acordo de Limites Paraná-Santa Catarina, no Rio de Janeiro;
  • 7 de novembro de 1916: Manifestações nos municípios do Contestado-Paranaense contra o acordo;
  • De maio a agosto de 1917: Sublevação popular no Contestado-Paranaense, pró Estado das Missões;
  • Maio e junho de 1917: Ascensão e assassinato do monge Jesus Nazareno;
  • 3 de Agosto de 1917: Homologação final do Acordo de Limites;
  • Setembro de 1917: Instalação dos municípios de Mafra, Joaçaba (então Cruzeiro), Chapecó e de Porto União;
  • 1918: Reinício da colonização no Centro-Oeste Catarinense, por empresas particulares;
  • Janeiro e maio de 1920: Revolta política em Erval e Cruzeiro;
  • Março de 1921: Revolta de caboclos contra medição de terras, entre Catanduvas e Capinzal.

Mais dados importantes

  • Início da Guerra: outubro de 1912
  • Tempo da Guerra: 46 meses (out/1912 a ago/1916)
  • Auge da Guerra: Março-abril de 1915, em Santa Maria, na Serra do Espigão
  • Final da Guerra: Agosto de 1916, com a captura de Adeodato, o último líder do Contestado
  • Combatentes militares no auge da Guerra: 8.000 homens, sendo 7.000 soldados do Exército Brasileiro, do Regimento de Segurança do Paraná, do Regimento de Segurança de Santa Catarina, mais 1.000 civis contratados.
  • Exército Encantado de São Sebastião: 10.000 combatentes envolvidos durante a Guerra.
  • Baixas nos efetivos legalistas militares e civis: de 800 a 1.000, entre mortos, feridos e desertores
  • Baixas na população civil revoltada: de 5.000 a 8.000, entre mortos, feridos e desaparecidos
  • Custo da Guerra para a União: cerca de 3.000:000$000, mais soldados militares
  • A Guerra do Contestado durou mais tempo e produziu mais mortes que a Guerra de Canudos, outro conflito semelhante em terras do Brasil.
  • Em cinco anos de guerra, 9 mil casas foram queimadas e 20 mil pessoas mortas.

Representações na cultura

  • BORELLIi, Romario José. "O CONTESTADO" . Teatro. 1972. Orion Editora, PR, 2006. Literatura
  • VASCONCELLOS, Aulo Sanford. Chica Pelega. Florianópolis: Insular, 2002.
  • VASCONCELLOS, Aulo Sanford. O Dragão Vermelho do Contestado. Florianópolis: Insular, 2000.

Cinema

Ver também

Referências

  1. AURAS, Marli. Guerra do Contestado: a organização da Irmandade Cabocla. Florianópolis: UFSC, Assembleia Legislativa; São Paulo: Cortez Editora e Livraria, 1984.
  2. abA Ferrovia do Contestado.
  3. abANGELO, Vitor Amorim de. Guerra do Contestado: Conflito alcançou enormes proporções. UOL Educação, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação Reproducão.
  4. ab QUEIROZ, Maurício Vinhas de. Messianismo e Conflito Social – A Guerra Sertaneja do Contestado: 1912/1916. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
  5. ab THOMÉ, N. PR e SC Disputam Território. Curitiba: Gazeta do Povo, Suplemento, 2003.

Bibliografia

  • FRAGA, Nilson Cesar. Mudanças e Permanências na Rede Viária do Contestado: uma abordagem acerca da formação territorial no sul do Brasil. Curitiba: Tese de Doutorado apresentada para obtenção do título de Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento, Universidade Federal do Paraná, 2006.
  • FROTA, Guilherme de Andrea. 500 Anos de História do Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2000.
  • Grandes Acontecimentos da História – Revista da Editora 3, nº 4 (setembro de 1973).
  • MACHADO, Paulo Pinheiro. Lideranças do Contestado: a formação e a atuação das chefias caboclas. Campinas: UNICAMP, 2004.
  • MONTEIRO, Duglas Teixeira. Os errantes do novo século. São Paulo: Duas Cidades, 1974.
  • SANTOS, Walmor. Contestado: A guerra dos equívocos. V. 1: O poder da fé. São Paulo: Record, 2009. ISBN 978-85-01-08445-3.
  • SCHÜLER, Donaldo. Império Caboclo. Porto Alegre: Movimento, 1994.
  • THOMÉ, Nilson. A Política no Contestado: do curral da fazenda ao pátio da fábrica. Caçador: Universidade do Contestado, 2002.
  • VALENTINI, Delmir José. Da cidade à corte celeste: memórias de sertanejos e a guerra do Contestado. Caçador: Universidade do Contestado, 1998.
  • VINHAS DE QUEIROZ, Maurício. Messianismo e conflito social: a guerra sertaneja do Contestado (1912-1916). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.

Fonte: wikipedia

La Zamba

La Zamba

Según diversos autores, se trata de la forma de danza que refleja fielmente el espíritu criollo. Se la conoció originalmente en el Perú como zamba cueca o zamacueca. De allí pasó a Chile y a nuestras provincias norteñas; decayó en la época de la colonia, pero resurgió después de la Revolución de Mayo.
Según algunos autores, su nombre primitivo había sido zamba clueca. La voz zamba según Garrido, es de origen africano (bantú) y quiere decir nada más que baile. Lugones afirma que el origen de su nombre es morisco (de zamba, fiesta morisca, en la cual solían bailar las almeas) y resulta una verdadera danza griega, no sólo por la separación de su pareja y la mímica ejecutada con el pañuelo, sino por la libertad plástica de las actitudes y figuras.
Este antiguo baile de pareja actualmente registra semejanzas con el gato, pero sin castañeos ni zapateos. También se denomina zamba a la música y al canto.

Fuente: Cancionero Popular Argentino

www.raicesdelfolklore.com.ar

OS TIRIRICAS DA VIDA

Bueno meus amigos, dia 31 de outubro é um dia muito importante, não porque seja meu aniversário, más sim porque devemos exercer nosso direito de votar!
Gostaria de deixar para leitura dos amigos, um artigo escrito por um jovem jornalista de Gravataí.

Espero que ajude a clarear as idéias de quem ainda está indeciso.

OS TIRIRICAS DA VIDA
Utilizando-se do eslogan "pior que tá não fica", o palhaço Tiririca foi eleito deputado federal pelo estado de São Paulo. Agora a "censura" eleitoral acabou (espera-se) digo que, infelizmente, nós, eleitores, fomos tratados como palhaços.

O pior de tudo isso é que não foi o Tiririca ou o partido dele, o PR, a nos fazer de bobos, mas sim os próprios eleitores. Ao votar nos "Tiriricas que se apresentam" , com discursos debochados e sem conteúdo, quem pensa que fez algum tipo de protesto nas urnas se enganou. Ao votar em palhaços que mal sabem ler ou escrever, o eleitor ao invés de estar realizando um efetivo protesto contra o sistema, não faz mais do que fortalecer o próprio sistema. Infelizmente, pior do que está, pode ficar!

Desse modo, elegendo os "Tiriricas de plantão", a política séria que todos gostaríamos de ver no Brasil jamais acontecerá. Pior… de quebra, esses fantoches ignorantes levam junto outros candidatos sem expressão ou qualidade que ninguém conhece por conta do sistema eleitoral.
A HITÓRIA SE REPETE
Não é de hoje que temos assistido casos emblemáticos no Brasil, como o de Éneas Carneiro, que elegeu-se deputado federal pelo Prona de São Paulo em 2002, recorrendo ao bordão "Meu nome é Enéas", e obteve votos suficientes para eleger outros cinco candidatos, todos com votações inexpressivas. Clodovil Hernandes (PTC-SP), que "arrastou", sem tal intenção, a eleição, inclusive, de veementes opositores aos seus projetos em favor da diversidade sexual.
PARA CONSTAR
Antes que alguém diga que o Rio Grande do Sul é o estado mais politizado do País, e que os "Tiriricas e Enéas" são frutos de São Paulo, vale lembrar que os gaúchos elegeram nessas eleições gente pelo sobrenome ( como netos e filhos de ex-políticos), jogadores de futebol e até uma jornalista famosa que fez campanha destacando que conhece os "acessos" dos corredores de Brasília.

Para mim, quem se orgulha em dizer que sabe bem os "atalhos dos corredores do poder" já começa no descrédito. Prefiro alguém que pense entrar em casa "pela porta da frente", e de preferência com as luzes bem acesas". De "atalhos" e "portas dos fundos", o Congresso Nacional está cheio.
NADA MUDA
Mas a culpa não é só dos candidatos. Enquanto votarmos em pessoas com tais mentalidades, mais políticos assim surgirão. Não adianta protestar, anular voto, correr os cabos eleitorais que batem as nossas portas, se depois, no dia da eleição ainda tivermos pessoas que juntam "santinhos" no chão para copiar os números. Nada resolve se continuarmos escolhendo os representantes que nos são indicados pelo patrão, pelo pastor, pelo padre, pelo rostinho bonito ou pela vantagem particular que ele oferece.

Enquanto for assim, as calçadas vão seguir cheias de buracos, as ruas sem asfaltos e o Sogil sempre lotado e atrasado. Enquanto a coisa seguir dessa forma, lamento informar, caro cidadão, mas os "Tiriricas" continuarão a ser nós mesmos, o povo …
Ass: Cristiano Abreu
colunista do Correio de Gravataí

Fonte: Blog Marcelo Oliveira

4 ANOS DE BLOG PULPERIA

4 ANOS DE BLOG PULPERIA

Quatro anos de existência
Cultura e informação,
bendizendo o santo chão
que tem nome de querência
pois um gaúcho na essência
lava o mate até o topete
e hoje em dia, na internet
acessa e logo procura

a tradição e a cultura
que lhe orgulha dia a dia
parabéns ao Pulperia
Blog com alma de pampa
Feito por quem traz na estampa
A mais campeira hegemonia.

Parabéns aos amigos do blog pulperia e mil gracias pelo serviço prestado ao nosso povo, nossa gente…
quem dera todos pensassem como vocês; Deus lhes abençõe sempre.

Zeca Alves
Na Millagro Pecuária e na santa paz de Deus.

Na data em que o Blog Pulperia completa 4 Anos o nosso Muito Obrigado a Zeca Alves pelo Lindo Verso e sua Sensibilidade e a Todos os Apoiadores e Colaboradores do Blog nosso mais sincero Agradecimento!

"…Pulperia esparramando Cultura…"

Fonte: Blog Pulperia – Parabéns!!!

Gauderiada 2010 – Rosário do Sul

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÃO. ATÉ DIA 29/11

FICHA DE INSCRIÇÃO

REGULAMENTO

CAMPEÕES – ENART 2010

CAMPEÕES – ENART 2010:

Danças Tradicionais – Força A:
1-DTG Clube Juventude Alegrete 4ªRT
2-CTG Rancho Da Saudade Cachoeirinha 1ªRT
3-CTG Lanceiros De Santa Cruz Santa Cruz Do Sul 5ªRT

4-CTG Lalau Miranda Passo Fundo 7ªRT
5-CPF Piá Do Sul Santa Maria 13ªRT

Danças Tradicionais – Força B:
1-CTG Caminhos Do Pampa Porto Alegre 1ª RT
2-DTG Leão Da Serra São Leopoldo 12ª RT
3-CTG Roda De Carreta Cachoeirinha 1ª RT

4-Sociedade Gaúcha Lomba Grande Novo Hamburgo 30ª RT
5-CTG Porteira Da Tradição Eldorado Do Sul 1ª RT

Conjunto Musical De Invernada:
1-Ctg Ronda Charrua Farroupilha 25ª
2-Ctg M’bororé Campo Bom 30ª

3-Dtg Clube Juventude Alegrete 4ª

Melhor Entrada:
1-Ctg Rancho Da Saudade Cachoeirinha 1ª
2-União Gaúcha J. Simões Lopes Neto Pelotas 26ª
3-Ctg Aldeia Dos Anjos Gravatai 1ª

Melhor Saída:

1-Ctg Rancho Da Saudade Cachoeirinha 1ª
2-Ctg M’bororé Campo Bom 30ª
3-Ctg Ronda Charrua Farroupilha 25ª

Grupo De Danças Mais Popular:
Ctg Rancho Da Saudade Cachoeirinha 1ª

Declamação Masculina:

1-Vinícius Nardi -CTG Paisanos da Tradição Bento Gonçalves 11ª
2-Luciano Salerno – Ctg Gaudério Serrano – Bento Gonçalves 11ªrt
3-Ariel Vareiro Pereira – Ctg Herdeiros Da Tradição – Caxias Do Sul 25ªrt

Declamação Feminina:

1-Júlia Graziella Dos Santos – CTG Lila Alves – Pinheiro Machado 21ªRT
2-Evelaine Andréia Barbian – CPF Terra De Um Povo – Venâncio Aires 24ªRT
3-Cassiana Oliveira Da Silva – CTG Potreiro Grande – Tramandai 23ªRT

Chula:
1-Henrique Roese Fraga PT Timbauva – Portão – 15ª RT
2-Luciano Scheer CTG Avô Maragato – Ijuí – 9ª RT
3-Samuel De Souza CTG Estância De Montenegro – Montenegro – 15ª RT

Trova Estilo Gildo de Freitas:

1-João Valmor B. Da Rocha – PTG João Manoel – São Borja 3ªRT
2-Hidalgo Batista Rodrigues – CTG Vovô Florian – Caxias Do Sul 25ªRT
3-Alaor Merchel – CTG Herdeiros Da Tradição – Caxias Do Sul 25ªRT

Trova de Martelo:

1-João Valmor B. Da Rocha – PTG João Manoel – São Borja 3ªRT
2-Beni Nascimento – CTG Familia Nativista – Caçapava Do Sul 18ªRT
3-Alaor Merchel – CTG Herdeiros Da Tradição – Caxias Do Sul 25ªRT

Trova Campeira – Mi Maior De Gavetão

1-João Valmor B. Da Rocha Ptg João Manoel São Borja 3ª
2-Celso De Oliveira Ctg Velha Cambona Portão 15ª
3-Luis Onério Pereira Ctg Rodeio Da Saudade Cruz Alta 9ª

Pajada:
1-Celso De Oliveira Ctg Velha Cambona Portão 15ª

2-João Valmor B. Da Rocha Ptg João Manoel São Borja 3ª
3-Alaor Merchel Ctg Herdeiros Da Tradição Caxias Do Sul 25ª

Causo:
1-Cleinner Teixeira Ctg Tropeiros Da Querência Arroio Grande 21ª
2-Ricardo G. Salaberry Dtg Aldeia Dos Farrapos Viamão 1ª

3-Jesse Santos Rodrigues Ctg Amaranto Pereira Alvorada 1ª

Intérprete solista vocal -feminino:
1-Tatiele Bueno – CTG Rodeio Minuano – Caxias Do Sul 25ª RT
2-Hélen Aline Dorneles – CTG Rincão Da Carolina – S. Do Livramento 18ª RT

3-Deborah De Freitas Rosa – CTG Sentinela Da Querência – Santa Maria 13ª RT

Intérprete Solista Vocal – Masculino:
1-Fábio Júnior Soares De Oliveira CTG Rancho De Gaudérios Farroupilha 25ªRT
2-Anderson Barros De Oliveira CTG Sinuelo Caxias Do Sul 25ªRT

3-Robson Da Silveira DTG Lenço Colorado Porto Alegre 1ªRT

Conjunto Instrumental:
1-Noel Guarany Dtg Noel Guarany Santa Maria 13ª
2-Os Tropeiros Ctg Tropeiros Da Amizade Sapucaia Do Sul 12ª
3-Ctg Lalau Miranda Ctg Lalau Miranda Passo Fundo 7ª

Conjunto Vocal:
1-Acordes E Canções Ctg Tropeiros Da Amizade Sapucaia Do Sul 12ª
2-Dt Querência Das Dores Dt Querência Das Dores Santa Maria 13ª
3-Ctg Lalau Miranda Ctg Lalau Miranda Passo Fundo 7ª

Gaita Piano:
1-Ezequiel Wagner De Toni Ctg Laço Velho Bento Gonçalves 11ª
2-Diego Buchebuan Ctg Sinuelo Caxias Do Sul 25ª
3-Gustavo Gregolin Ctg Herdeiros Da Tradição Caxias Do Sul 25ª

Gaita De Botão Até 8 Baixos:

1-Gustavo Von Muolen Ctg Missioneiro Dos Pampas Três Passos 20ª
2-Evelise De Almeida Dorneles Ctg Patrulha Do Oeste Uruguaiana 4ª
3-Luis Gustavo Linck Dtg José Altivo Dos Santos Santa Cruz Do Sul 5ª

Gaita De Botão Mais De 8 Baixos:

1-Tiago Camargo Ctg Sinuelo Caxias Do Sul 25ª
2-Evelise De Almeida Dorneles Ctg Patrulha Do Oeste Uruguaiana 4ª
3-Alan Portela Da Silva Ctg Júlio De Castilhos Júlio De Castilhos 9ª

Gaita De Boca:

1-Osvaldo Machado Ctg Sentinela Da Querência Vacaria 8ª
2-Aventino Rosa Dtg Guardiões Do Rio Grande Encantado 24ª
3-João Carlos Da Silva Spindola Ctg Herdeiros Da Tradição Porto Alegre 1ª

Bandoneon:

1-Carlos Luis Ulrich Ctg Rincão Das Coxilhas Teutônia 24ª
2-Orlando Gasparotto Ctg Herdeiros Da Tradição Porto Alegre 1ª
3-Décio Hauenstein Ctg Bento Gonçalves Lageado 24ª

Violino Ou Rabeca:
1-Pedro Luis Panisson Kaltbach Lemos Ctg Galpão Amigo Não Me Toque 7ª

2-Bernardo Couto Varone Gonçalves At Estância Do Minuano Santa Maria 13ª
3-Luciano De S. Santos Ctg Aldeia Farroupilha Farroupilha 25ª

Violão:
1-Mauricio Alessandro Malaggi Gan Anita Garibaldi Encantado 24ª

2-Josemar Dias Dtg Noel Guarany Santa Maria 13ª
3-Adriano Mattos Freitas Ctg Estância De Sapucaia Sapucaia Do Sul 12ª

Viola:
1-Jean Soares Prudêncio Ctg Tropeiros Da Amizade Sapucaia Do Sul 12ª

2-Natalício N. Cavalheiro Filho Ctg Galpão Amigo Não Me Toque 7ª
3-Sergio Bina De Souza Dtg Marca Gaúcha Porto Alegre 1ª

Dança Gaúcha de Salão:
1-Luiz Paulo A Filho e Caroline Silva – 35 Ctg – Porto Alegre 1ªrt

2-Bruno Cassariego e Cristine Hertzer – Dtg Piazito Da Tradição – Venâncio Aires 24ªrt
3-Diego Da Silva e Thamires Alves – Ctg Darci Fagundes – Guaiba 1ªrt

Poesia:
1-Luis Onério Pereira Ctg Rodeio Da Saudade Cruz Alta 9ª

2-Sidney Jesus Mattos Bretanha Ctg Tropeiros Da Querencia Arroio Grande 21ª
3-Ederson Moreira Dos Santos Ctg Pousada Da Serra Nova Petropolis 27ª

Conto:
1-Andrea Martins Ctg Presilha Do Pago Da Vigia Sant. Do Livramento 18ª

2-Nilse T. Gallert Felipin Ctg Passo Do Ijui Entre-Ijuis 3ª
3-Cesar José Tomazzini Ctg Chimangos Porto Alegre 1ª

Melhor Acampamento:
Ctg Adaga Velha Rosario Do Sul 18ª

11ª Mostra De Arte E Tradição Gaúcha – Categoria Peão:

1-18ª Região Tradicionalista
2-15ª Região Tradicionalista
3-7ª Região Tradicionalista

11ª Mostra De Arte E Tradição Gaúcha – Categoria Prenda:
1-7ª Região Tradicionalista
2-11ª Região Tradicionalista

3-9ª Região Tradicionalista

Troféu Marca Grande:
25ª Região Tradicionalista

Fonte: http://www.mtg.org.br/enart

Linha Campeira do dia 21/11/2010

Programa da Semana

Buenas amigos!!!
     Segue o link para o programa deste domingo.
     Clique aqui e ouça o programa.
Linha Campeira
O teu companheiro de churrasco

Fotos da Tertúlia 2010

.Fonte: Abio Lúcio

LANÇAMENTO CD – Amilton Lima

No próximo dia 25 de novembro, às 21h, Amilton Lima lança seu primeiro CD solo no DCG Mescla de Guapo (Sogipa), em Porto Alegre. Os ingressos custam R$ 15,00 e dão direito ao jantar (preparado por Jorge Fettermann) e a um exemplar do CD "Estampa Caudilha".

Informações e ingressos: 51. 8404.0224 e www.amiltonlima.com.br
Att,
Mariana Pires
Produção Amilton Lima
Tel.: (51) 8404.0224
www.amiltonlima.ccom.br

Vencedoras da Tertulia Nativista de Santa Maria 2010

Irmãos Brum foram os grandes vencedores da Tertúlia Musical Nativista, em Santa Maria

A canção Escuta o Rio, com letra de Vinícius Brum e música de Tuny Brum, levou primeiro lugar

A retomada da Tertúlia Musical Nativista, que ocorreu entre a última sexta-feira até o domingo, movimentou o largo da antiga estação. A 18ª edição do festival teve 20 composições concorrentes, além de shows de nomes conhecidos da música gaúcha.

Para a final de domingo à noite, foram classificadas 16 músicas. O anúncio dos vencedores foi feito por volta das 3h30min desta segunda-feira. Confira os premiados:

1º lugar (Troféu Minuano)
Escuta o Rio (letra de Vinícius Brum e música de Tuny Brum)
Intérprete: Vinícius Brum (Porto Alegre/Santa Maria)

2º lugar (Troféu Amaury Dalla Porta)
Chamando a Cria (Letra de Gujo Teixeira e música Marcello Caminha)
Intérprete: Pepeu Gonçalves (Porto Alegre)

3º lugar (Troféu Antônio Augusto Ferreira)
Enciumado – com Angelo Franco
Letra: Juliano Moreno e Matheus Neves da Fontoura

Música mais popular (Troféu Imembuí)
Definindo as Etnia (letra de Jaime Brum Carlos e música de Sérgio Rosa)
Intérprete: David Menezes Junior (Restinga Seca/Santa Maria)

Melhor letra (Troféu Antônio Carlos Machado)
Labirintos (letra de Luís Fernando Gastaldo e música de Piero Ereno)
Intérprete: Analise Severo (Cerro Largo/Jaguari)

Melhor intérprete (Troféu Cantador)
Analise Severo, intérprete de Labirintos (letra de Luís Fernando Gastaldo e música de Piero Ereno)

Melhor instrumentista (Troféu Larry Charão)
Samuel Costa, o Samuca (acordeonista)

Fonte: DIÁRIO DE SANTA MARIA
Com correção no terceiro lugar. (Leonel Furtado)

Linha Campeira do dia 14/11/2010

Programa da Semana

Buenas Gauchada.
     To em Santa Maria – vim pra Tertulia. No programa que vem mando as novidades. Segue o programa desta semana. Escutem com atenção a pesquisa sobre a colonização espanhola. Parabéns Luiz de Bragas!
     Baita abraço!
     Clique aqui e ouça o programa da semana.
     Abraço!
Linha Campeira
O teu companheiro de Churrasco

Finalistas: Tertúlia e Ponche Verde

Neste domingo será possível conferir (também pela internet) as grandes finalíssimas de dois festivais: o 25.º Ponche Verde da Canção Gaúcha, de Dom Pedrito, e a 18.ª Tertúlia Musical Nativista, de Santa Maria. Gracias aos amigos Júnior Benaduce, da Tertúlia, e Gládis, do Ponche Verde, que sempre colaboram com o ABC do Gaúcho! Abaixo vai a relação dos shows e finalistas de cada um deles:

119.jpgTERTÚLIA:

Transmissão: O festival começa às 20h30, com show do Grupo Raízes (e o melhor das Tertúlias), e o encerramento será com Elton Saldanha. A transmissão poderá ser conferida pela Rádio Universidade, pela Rádio Terra Gaúcha e também pela Rádio Nativa FM. Finalistas:

1- Chamando a Cria – com Pepeu Gonçalves
Letra: Gujo Teixeira
Música: Marcello Caminha
Porto Alegre

2- Escuta o Rio – com Vinícius Brum
Letra: Vinícius Brum
Música: Tuny Brum
Porto Alegre/ Santa Maria

3- Quando o Tempo Me Olha de Perto – com Jean Kirchoff
Letra: Romulo Chaves
Musica: Diogo Matos e Jean Kirchoff
Palmeira das Missões/ Santa Maria/ São Gabriel

4- Na Velha Estação – com Nenito Sarturi

Letra: Nenito Sarturi
Música: Paulo Reis
Santiago

5- Setembrino – com Juliano Javoski
Letra e Música: Juliano Javoski
São Jerônimo

6- Enciumado – com Angelo Franco
Letra: Juliano Moreno e Matheus Neves da Fontoura

Música: Samuel Costa
Santana do Livramento/ Porto Alegre

7- O Nome dos Bicho – com Pedro Ribas
Letra: Davi Teixeira
Música: Pirisca Grecco
Porto Alegre/ Uruguaiana

8- Causo de Tropa – com Luciano Maia e Gustavo Teixeira

Letra: Gujo Teixeira
Música: Luciano Maia
Lavras do Sul/Porto Alegre

9- Nova Aurora – com Victor Hugo
Letra: Adão Quvedo da Silva Filho
Música: Danilo Kuhn da Silva
São Lourenço do Sul

10- Milonga pra Santa – com Renato Mirailh

Letra: Raul Giovani C. Maxwell
Música: Renato M. Mirailh
Santa Maria

11- Cerca Cortada – com Volmir Coelho
Letra e Música: Volmir Coelho
Livramento

12- Labirintos – com Analise Severo
Letra: Luís Fernando Gastaldo

Música: Piero Ereno
Cerro Largo/Jaguari

13- Definindo as Etnia – com David Menezes Junior
Letra: Jaime Brum Carlos
Música: Sérgio Rosa
Restinga Seca/Santa Maria

14- Não me Falem da Verdade – com Chico Sarat

Letra: Carlos Omar Villela Gomes e Juca Moraes
Música: Tuny Brum
Santa Maria/Cruz Alta

15- O João e a Rita – com Cristiano Fantinel
Letra: Marquito F. Costa e Túlio Urach
Música: Marquito F. Costa, Túlio Urach e Cristiano Fantinel

Alegrete

16- Aquele Dia que Ficou pra Sempre – com Maurício Barcellos
Letra: Túlio Souza e Carlos Omar Villela Gomes
Música: Piero Ereno
Porto Alegre/Santa Maria

*A foto da noite de sábado foi feita pela assessoria do festival.
Fonte: ABC do Gaúcho Por Tânia Goulart

Shana Muller – Agenda de Novembro & Notícias

AGENDA

Novembro
06 – Show com Buenas e M’espalho na Exposição Agropecuária de Arroio Grande/RS, na Associação Rural às 22h30min
07 – Exibição do programa Galpão Crioulo da RBS TV gravado em Pelotas às, 6h30min

09 – Show com Luiz Carlos Borges em Campo Grande/MS
11 – Show na Universidade Federal de Santa Maria/RS no Largo do Planetário às 21h
17 – Show no Multipalco do Teatro São Pedro em Porto Alegre/RS às 19h, entrada franca

18 – Show em comemoração aos 25 anos do ENART no parque da Oktoberfest às 18h
18 – Show na Feira da Musica do Rio Grande do Sul em Porto Alegre/RS às 21h (local a definir)
20 – Show com Buenas e M’Espalho no Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo em Antonio Prado/RS

NOTÍCIAS

Enquete
Pessoal, no dia 18 de novembro a Shana estará participando do ENART apresentando o espetáculo Brinco de Princesa. Mas com uma novidade. Desta vez, vocês poderão escolher 5 músicas preferidas para que façam parte do show. Basta enviar um email para faclube com a lista das 5 músicas que quiserem ver no palco. As mais votadas estarão integrando o repertório da cantora em um bloco especial.

Gravação do Galpão Crioulo
No dia 12 de Outubro, Shana esteve em Pelotas participando da gravação do programa Galpão Crioulo da RBS TV com o Buenas e M’Espalho ao lado de Cristiano Quevedo, Érlon Péricles, Ângelo Franco e da banda, Rafa Bisogno, Duca Duarte, Matheus Alves e Paulinho Goulart. O programa vai ao ar no dia 07 de Novembro às 6h30min.

Gravação do novo DVD de Cesar Oliveira e Rogério Melo
No dia 23 de Outubro, Shana participou da gravação do DVD em comemoração aos 10 anos de carreira de Cesar Oliveira e Rogério Melo, que aconteceu na cidade de São Gabriel durante a 76ª Expofeira e I Carreteada de Arte e Cultura Regional e contou com a participação de varios outros artistas renomados. Shana interpretou a composição Legüera com participação do também convidado Ricardo Freire.

*Fã Clube Shana Müller
www.shanamuller.com.br

Chão Farrapo – Gravação de DVD

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