26º Carijo da Canção – RESULTADO

Palmeira das Missões/RS

Melhor Tema sobre a Palmeira
Invernada do Guarida (local)
Letra – Luis Gustavo Foresti Ribas
Música – José Ricardo Maciel Nerling

Melhor arranjo
Clarim do Batará

Letra – Rafael Teixeira
Música – Marcelinho Carvalho
Intérprete – Adans César

Melhor Instrumentista
Paulinho Brach

Melhor Arranjo Vocal
Santo Missioneiro
Letra – Armando Vasques

Música – Adão Quintana Vieira e Maurício Silveira
Intérprete – Grupo Parceria

Melhor Trabalho Poético
Santo Missioneiro
Letra – Armando Vasques

Melhor Intérprete (foto)
Robledo Martins

Melhor Tema Ecológico
A Resposta
Letra e Música – Adair de Freitas
Intérprete – Adair de Freitas

3º Lugar
Santo Missioneiro
Letra – Armando Vasques
Música – Adão Quintana Vieira e Maurício Silveira

Intérprete – Grupo Parceria

2º Lugar
Comitiva
Letra – Wilson Vargas
Música – Sérgio Rosa
Intérprete – Robledo Martins

1º Lugar
Os Bravos da Palmeira
Letra – João Pantaleão

Música – Érlon Péricles
Intérpretes – Jean Kirchoff, Angelo Franco e Ita Cunha

Fonte: Blog OS FESTIVAIS

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Data limite para inscrição – Coxilha Nativista de Cruz Alta

Data limite para inscrição: 24 de junho de 2011 (sexta-feira)

REGULAMENTO

FICHA DE INSCRIÇÃO

AUTORIZAÇÃO GRAVAÇÃO DE MÚSICAS

Coxilha Piá

REGULAMENTO

FICHA DE INSCRIÇÃO

AUTORIZAÇÃO GRAVAÇÃO DE MÚSICAS Bem-vindo ao site da COXILHA NATIVISTA DE CRUZ ALTA

A COXILHA NATIVISTA é um dos mais importantes eventos da música do Rio Grande do Sul. Um marco na história dos festivais de música regional do Brasil.

Realizado pela Prefeitura Municipal de Cruz Alta ininterruptamente desde 1981, é uma referência para quem vê na música uma oportunidade de crescimento e projeção artística. Pelo palco da COXILHA NATIVISTA a cada ano passam grandes nomes da música regional do sul do país, bem como muitos tiveram nesse palco o primeiro espaço para expressão da sua arte.
Desde 1985, junto a COXILHA NATIVISTA acontece também a COXILHA PIÁ. Pioneira como festival de interpretação de música infanto-juvenil do gênero no Rio Grande do Sul, anualmente tem trazido ao palco expressiva participação de grandes promessas e revelações do nativismo gaúcho, muitos inclusive ja tendo se consagrado nos palcos dos mais significativos festivais do estado, inclusive na própria COXILHA NATIVISTA.

O evento fez com que Cruz Alta se transformasse no grande palco do nativismo gaúcho, dando vez à voz dos artistas de todas as idades.

Baile de lançamento da 31ª Coxilha Nativista
Data: 04/06/2011
Hora: 20h30min
Local: CTG Querência da Serra

Fonte: Site oficial: http://www.coxilhanativista.com.br/

Classificadas Coxilha Negra

Buenas gauchada…
Posto pra vocês a lista das músicas classificadas para o festival Coxilha Negra que acontece na cidade de Butiá de 10 a 12 de Junho.
São elas:

Linha Nativista

A Voz

L – Jorge C. Prado

M – Zulmar Benitez

Refúgio
L – Noé César
M – Robledo Martins

No Antigo Rastro das Tropas
L – Martim César
M – João Bosco Ayalla

Pastor de Mi Tierra

L – Oscar Merelles

M – Miguel Dario Diaz

Carreta, Templo e Galpão

L – Othelo Caiaffo e Volmir Coelho

M – Volmir Coelho

Cá na Coxilha

L – Paulo Hansen e Chico Luiz

M – Chico Luiz e Luiz Carlos Ranoff (Ithi)

Na Costa do Itaroquem

L – Tadeu Martins

M – Érlon Péricles e Elton Saldanha

Sou Terra que Anda

L – Xirú Antunes

M – Rodrigo Jaques

Linha Popular

Bem te Vi

L – Mario Amaral

M – Diogo Matos

Como Un Tambor Candombero
L – Martim César e Diego Muller
M – Robledo Martins

Quando o Sol beijou a terra

L – Paulo Righi e Piero Ereno

M – Piero Ereno

Cantar a vida

L e M– Chico Saga e Mario Tressoldi

Noite de São João

L – Jaime Brum Carlos

M – Sabani Felipe de Souza

A Lição das Águas

L – Guilherme e Tiago Sumam

M – Kako Xavier

O menino e o boêmio

L – Alvandy Rodrigues

M – Rodrigo Duarte

Oração do Pescador
L e M – Erlon Péricles

Fonte: Blog Os Festivais

OIE declara Bahia, Tocantins e Rondônia como zonas de proteção livres de aftosa

Resolução torna rebanhos reconhecidos internacionalmente com vacinação

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE na sigla em inglês) reconheceu, nessa quinta, dia 26, o status de livres de aftosa as zonas de proteção da Bahia, do Tocantins e de Rondônia. O anúncio foi feito durante a 79ª Assembleia Geral de Delegados da OIE, que termina nesta sexta, 27, em Paris.

Segundo o coordenador-geral de combate às doenças do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Orasil Romeu Bandini, as áreas já eram consideradas de proteção livres da doença com aplicação de vacina pelo Ministério desde a publicação da Instrução Normativa nº 45, de 28 de dezembro de 2010, mas ainda não tinham o aval internacional. Com a resolução da OIE, as três unidades passam a ter o mesmo status sanitário em todo o território, sem restrições quanto ao comércio e trânsito de animais.

– Antes, era preciso fazer quarentena e sorologia dos animais. Isso encarecia o processo e desestimulava a pecuária nessas regiões. A partir da declaração do governo brasileiro no final do ano passado, o valor do bezerro quase dobrou em alguns desses estados – revela.

As áreas foram estabelecidas para isolar parte da Bahia, do Tocantins e de Rondônia, consideradas livres da doença com vacinação pela OIE – de áreas fronteiriças com Estados que têm status sanitário inferior, como Pernambuco, Piauí, Maranhão e Amazonas.

Na Bahia, a zona abrange oito municípios – Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto –, com cerca de dez mil criadores e um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças. No Tocantins, os municípios que compõem a área são: Barra do Ouro, Campos Lindos, Goiatins, Lizarda, Mateiros, Recursolândia e São Felix do Tocantins, onde o rebanho está estimado em 133,6 mil cabeças. Em Rondônia, a zona inclui o norte de Porto Velho e parte dos municípios de Canutama e Lábrea (localizados no Amazonas).

Atualmente, 15 unidades da federação são reconhecidas pela OIE como livres de febre aftosa com vacinação, Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará e Boca do Acre, no Amazonas.

O Estado de Santa Catarina é considerado pela OIE como livre da doença sem vacinação. O Ministério da Agricultura reconhece como risco médio de febre aftosa os seguintes estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco encontram-se Roraima, Amapá e as demais áreas do Estado do Amazonas.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

Setor de carnes é um dos mais atingidos pela alta no preço do milho

Clima prejudica produção do grão no Brasil e nos Estados Unidos

Kellen Severo | São Paulo (SP)

O câmbio e os problemas com o clima foram as principais questões discutidas no painel sobre milho e carnes no evento da BMF. O atual momento, segundo os especialistas, é de atenção às mudanças do mercado.

Diante de uma relação apertada entre oferta e demanda, o mercado está preocupado com o desenvolvimento da safra norte-americana de milho e da safrinha brasileira. Nos Estados Unidos, o plantio do milho nas principais regiões produtoras está atrasado por causa do excesso de chuvas nas últimas semanas. Já por aqui, os produtores de Mato Grosso sofrem com a seca. Em algumas regiões as perdas podem chegar a 40%. Com estoques menores e estimativas de quebra, a questão climática fica ainda mais importante.

Com a alta nos preços dos grãos, a exemplo do milho e da soja, o setor de carnes é um dos mais atingidos. Isso porque os grãos são responsáveis por mais de 50% da ração animal. Além disso, a desvalorização do dólar diante do real tem prejudicado as exportações brasileiras.

CANAL RURAL

31a Coxilha Musical de Cruz Alta – PROGRAMAÇÃO

PROGRAMAÇÃO FESTIVAL:

27/07 (quarta-feira)
20h30min Abertura oficial
10 apresentações da Fase Local
Show ADAIR DE FREITAS

28/07 (quinta-feira)
20h30min 8 apresentações da Fase Geral

27ª Coxilha Piá – Categoria Piá Taludo
Show PEDRO ORTAÇA

29/07 (sexta-feira)
20h30min 8 apresentações da Fase Geral
27ª Coxilha Piá – Categoria Piá
Show JOCA MARTINS

30/07 (sábado)
20h30min 12 (doze) classificadas da Fase Geral e 03 (três) da Fase Local

Show LUIZ MARENCO e JARI TERRES

JURADOS DA 31ª COXILHA NATIVISTA

GUJO TEIXEIRA – De Lavras do Sul, poeta, compositor, considerado um dos mais importantes poetas campeiros do Rio Grande do Sul na atualidade. Tem parceria com os mais importantes nomes da música do Rio Grande do Sul. Vencedor dos mais importantes festivais do estado, entre eles a Coxilha Nativista.

NENITO SARTURI – De Santiago do Boqueirão, um dos mais importantes nomes do nativismo gaúcho. Cantor e compositor, dono de uma obra que compreende muitos sucessos que fizeram história na música do RS. Participa da Coxilha Nativista desde sua 1ª edição, tendo por 2 vezes se sagrado vencedor.

ROBLEDO MARTINS – De Pelotas, um dos intérpretes mais destacados dos festivais de música do nosso estado e também além das nossas fronteiras. Acumula premiações como vencedor e melhor intérprete nos mais importantes festivais nativistas do RS, inclusive na Coxilha Nativista.

JUCA MORAES – Natural de Bagé, radicado em Cruz Alta há mais de 3 décadas, poeta, compositor, com participação destacada nos festivais de música do estado, tem na Coxilha Nativista o ancoradouro de uma carreira de sucesso.

TIAGO QUADROS – Missioneiro de Santo Ângelo, gaiteiro destacado nos palcos gaúchos, com participação em shows e espetáculos dos mais importantes nomes do nativismo gaúcho. Também foi vencedor e melhor instrumentista em muitos festivais, entre eles a Coxilha Nativista.

Joinville/SC realiza credenciadora com 45 animais

Entre os dias 20 e 22 de maio, o Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos do Planalto Norte Catarinense promoveu em Joinville/SC, mais uma credenciadora ao Freio de Ouro 2011. A prova foi realizada na cabanha Chaparral, em evento cuja programação ainda contemplou uma disputa de Movimiento a La Rienda, Provas Jovens e Palestra Técnica.

A credenciadora teve a participação total de 45 animais sendo 19 machos e 26 fêmeas. O desempenho dos conjuntos foi julgado pelos criadores Lauro Varela Martins, Álvaro Dumoncel e André Narciso Rosa. A supervisão técnica ficou a cargo de Adolfo José Martins Neto.

Conforme Martins, o grande número de inscritos na prova exigiu bastante dos jurados e da organização. “Quando se tem um volume muito grande de participantes, a prova requer bastante gado, tempo, e a mobilização dos criadores”.

Para o jurado, os dois primeiros colocados entre os machos e a melhor fêmea da seletiva tiveram maior destaque. “Estes, com certeza, tem boas chances de chegar forte na classificatória. No geral, as fêmeas tiveram a nota final menor que a dos machos”, descreveu.

Credenciados (resultado ainda não homologado pela ABCCC)

Fêmeas
1º Lugar
Entrosada da Herança Infinita, filha de Carimbo de Santa Angélica e Cabriúva do Recanto Crioulo; criador e expositor Luciano Ghisleri, cabanha Herança Infinita, Joinville/SC. Ginete: Saulo Schafascheck. Nota: 17,034

2º Lugar
Faceira da Bacia do Prata, filha de Ganadero da Harmonia e Boneca da Harmonia; criador Athaydes Mena Rodrigues e expositor Luiz Rodolfo Buch, Rancho LB, Gaspar/SC. Ginete: Rafael de Souza. Nota: 16,920

3º Lugar
SJ Nicotina, filha de BT Fiador e Januária da Glória; criador João Alberto Cunha da Rocha e expositor Manoel Ribeiro de Carvalho, cabanha Mulungú, Socorro/SP. Ginete: André Silva. Nota: 16,249

4º Lugar

Flor de Liz do Recanto Crioulo, filha de Tordilho do Junco e Delicada da Fascinação; criador Darlei Hess e expositor Adelmo Hess, Estância Três Coxilhas, Barra Velha/SC. Ginete: Darlei Hess. Nota: 15,625

Machos

1º Lugar
Campana Quiosco, filho de Campana Guasquero e Campana Jóia; criador Mário Moglia Suñe e expositor Nestor Augusto/Jorge Rosas Demiate Jr., cabanha Santo Onofre, Ponta Grossa/PR. Ginete: Germano Chempceke. Nota: 17,214

2º Lugar
Buenacho da Bela Aliança, filho de Santa Elba Comediante e FAT Serenata; criador Francisco Carlos Habowsky e expositor Altair de Paula/Alisson Cristiano Ribas. Ginete: Delmar Porcellis. Nota: 17,026

3º Lugar
RZ Oponente da Carapuça, filho de FAT Ostigoso e Folgada do Iguaçú; criador e expositor Rubens Elias Zogbi, Estância da Carapuça, Cristal/RS. Ginete: Gerson Maciel. Nota: 16,762

4º Lugar
Anhangüera dos Sete Povos, filho de Dom Carrasco do Purunã e BT Demônica; criador e expositor Fabrício Brunelli Barbosa/Wilson Barbosa, cabanha São Caetano, Porto Alegre/RS. Ginete: Fabrício Barbosa. Nota: 16,754

Fonte:abccc.com.br

Jairo Lambari Fernandes Agenda de Maio e Junho

Produção Jairo Lambari Fernandes
www.jairolambarifernandes.com.br
twitter: @lambarifrnandes

Circuito SESC de Música Gaúcha apresenta

Novas do Canto dos Galos

Buenas.

Mantendo o objetivo de disponibilizar informações sobre o pessoal que participa do Canto dos Galos, informo que o nosso parceiro Cleiton Santos classificou uma composição pra final da Manoca do Canto Gaúcho, no último final de semana, na fase local, em Santa Cruz do Sul. TOCAIA tem letra dele e melodia do Mauricio Lopes. Participaram no palco outros convidados do nosso evento: Jader Duarte, Airam Cardoso, Neco Machado, Douglas Mendes e Neuro Jr.

A composição "Dos medos e do destino" em parceria com outro galo, o Marcelo Paz Carvalho, ficou na suplência, e teve no palco os nossos parceiros Felipe Radünz, Clenio Bibiano e Manoel Souza, além da interpretação do Adams César.

Outro que classificou música no mesmo festival foi o Chicão Goulart, com Sina Imigrante, dele e do Neco Machado, interpretada pelo último. Aliás, o Neco estava com música em Amaral Ferrador, na Capela, com participação do Chicão, Airam, Neco, Douglas e Neuro.

O Matias Moura, que apresentou seu primeiro poema no mais recente Canto dos Galos, emplacou sua primeira canção em festival também na fase local da Manoca, com "Do meu sereno viver", música que teve a participação, aos violões, do nosso parceiro de Geribá Cássio Fruet.

Os "galos" Daniel Petry e Raineri Spohr (que apesar dos convites não pode participar do evento) são jurados do festival.

Por fim, outro galo, o João Manoel Pereira, participou com violão base na música "Quebro o silêncio das cordas", do Chico Luiz e do Juliano Javoski.

Mais ou menos monopolizamos o festival, que somou ainda as presenças ilustres do Rafael Chiapetta na plateia.

A expectativa é de que agora, na fase nacional, mais "galos" participem.

Por isso, segue em anexo o regulamento do festival.

Ficamos agora na torcida pelo Mateus, o Poka Duarte e o Fabinho Maciel lá na Sapecada. E na gurizada que mandou marca pra São Jerônimo (a triagem é hoje) e para Butiá (triagem final de semana).

Nucleo Cachoeirense de Compositores Nativistas

Dilma anuncia pacote à agricultura familiar

A presidente Dilma Rousseff anunciou R$ 16 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012. O valor é o mesmo do ano passado, quando foram utilizados R$ 11 bilhões, mas vem com benefícios. O principal é a redução de juros, que variavam de 1% a 4% e, agora, oscilarão entre 0,5% e 2%. A promessa foi feita em reunião com lideranças no último dia do Grito da Terra Brasil, em Brasília. O pacote inclui criação da Superintendência de Habitação Rural na CEF; implantação do Suasa; R$ 900 milhões para habitação; R$ 530 milhões para reforma agrária; R$ 125 milhões para assistência e R$ 30 milhões para o crédito fundiário.

O presidente da Contag, Alberto Broch, comemorou e disse que o desafio é monitorar a efetivação das promessas. O governo ainda comprometeu-se a formar grupo de trabalho para tratar do endividamento, informou o presidente da Fetag, Elton Weber. "Essa medida, junto com a redução de juros, pode alavancar o crescimento." Para o coordenador do MPA, Leandro Noronha, a redução de taxas tem pouca validade. "Não adianta ter dinheiro se não temos acesso a ele". Apesar de reconhecer benefícios, o coordenador da Fetraf, Roberto Balem, ressaltou que a solução passa por mais atenção ao endividamento e apoio à assistência.
Fonte: CP

Agenda de shows – Amilton Lima

Cresce demanda por profissionais no setor agrícola

As tecnologias aplicadas no campo estão exigindo, cada vez mais, a qualificação de profissionais que estejam preparados para um novo mercado de trabalho que se forma. Além disso, novas fronteiras agrícolas e a demanda por alimentos estão atraindo trabalhadores para esta área. Pesquisa divulgada no ano passado mostra que os empregos com carteira assinada no setor do agronegócio tiveram um aumento de 35,8% na safra passada. Foram cerca de 175 mil postos de trabalhos ocupados no meio rural até julho de 2010. Em áreas como engenharia florestal, agronomia e medicina veterinária são encontradas oportunidades. Para o consultor da MBAgro, José Carlos Hauscknet, a exigência da qualificação das vagas refletiu no aumento pela procura. Além disso, o especialista também ressalta as mudanças na administração das propriedades.

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=183460&channel=232

Fonte: Rádio Gaúcha

Luciano Maia (Produtor musical, arranjador, instrumentista, compositor e intérprete)

por Leonardo Gadea – 13/11/2010 – Bastidores da 18ª Tertúlia da Canção Nativa.

Entrevista concebida exclusivamente para www.pulperia.blogger.com.br

Quanto tempo de trabalho? Nos fala da tua trajetória…

Eu comecei a tocar com 9 anos de idade, mas geralmente a gente conta o tempo de carreira a partir dos discos, e o primeiro disco que gravei eu tinha 16 anos. Antes disso eu morava em Pelotas (minha terra natal onde comecei a tocar dentro das entidades tradicionalistas, CTGs e tal…) daí fui morar em Porto Alegre; com 14 anos de idade (1994) comecei a freqüentar os festivais nativistas a convite do Joca Martins e Fabiano Bacchieri, com 16 anos gravei pela primeira vez com o Grupo Quero-Quero e dalí adiante fui trilhando meu caminho, saí do Quero-Quero em 1998, voltei pra Pelotas e lá comecei a projetar meu primeiro disco que lancei em 2008 (mas foi gravado um pouquinho antes) e fazia parcerias, trabalhava com vários músicos que na época tavam passando por Pelotas, pois lá tava fervendo muito essa coisa do nativismo, moravam por lá na época o Jari Terres, Luiz Marenco, Joca Martins, Fabiano Bacchieri, Cristiano Quevedo, enfim um monte de gente que acabava gerando muito trabalho e foi onde eu me inseri no meio dos festivais e comecei a carreira nos festivais como instrumentista, como arranjador e comecei a gravar meus discos, então hoje tenho 5 discos gravados, 4 instrumentais e esse 5º agora, que é cantando (eu digo cantando porque intérprete foi uma coisa que aconteceu agora a pouco com os festivais (risos), então esse disco é metade instrumental e metade cantado onde eu mostro composições minhas em parceria com Aléx Silveira, Anomar Danúbio Vieira, Gujo Teixeira , Gaspar Machado que foi uma pessoa importante nessa decisão de eu começar a cantar, foi quem me incentivou de vez mesmo porque mostrei uma composição pra ele, quando ele tava no hospital meio ruin de saúde e eu não tinha quem gravasse uma música que fiz em parceria com ele e acabei gravando na minha voz e ele gostou muito, daí colocou uma pilha pra que eu mesmo cantasse. A partir daí começou essa idéia de começar uma carreira pelos festivais, no meio regional cantando

– (interrompo ele pra dizer que, pelo que temos visto tem sido bem sucedida) ele diz graças a DEUS tem dado certo mesmo, tenho conquistado novos parceiros como o Zeca Alves, por exemplo que tem nos dado a parceria pra gente começar a fazer coisas juntos, tenho uma parceria com ele que se chama “Talareando”, a qual vamos apresentar no Musicanto, tem outra pronta que ele nem ouviu ainda.

Comecei a carreira nos festivais como intérprete a partir de março/abril desse ano, então é uma coisa bem recente, este, acho que é o sétimo ou oitavo festival que canto, geralmente coisas minhas, em setembro em Alegrete cantei uma composição do Juliano Gomes e Eduardo Soares onde tiramos segundo lugar, então tenho tido uma história bonita porque ganhei o festival de Caxias, esse segundo em Alegrete, ganhei o festival de São Gabriel, a gente ta hoje aqui na volta da Tertúlia que é um festival importante, de onde saíram grandes intérpretes , grandes sucessos da nossa música, então cantar na Tertúlia é muito importante porque a região de Santa Maria é uma das grandes regiões do nosso estado e estar aqui na Tertúlia nada melhor pra divulgarmos nosso trabalho, nosso nome e nossas composições; Paralelo com isso continuo tocando minha carrreira instrumental, até foi uma correria pra chegar aqui em Santa Maria no sábado eu fiz questão de estar aqui cantando, até convidei o Gustavo Teixeira pra cantar comigo porque eu estava com medo de não chegar a tempo porque eu estava em Juazeiro na Bahia e o vôo chegava em Porto Alegre as 15:00h então eu tava meio assustado, mas fiz questão de tá aqui. E tava lá em Juazeiro – BA defendendo meu outro lado como instrumentista e minha carreira instrumental, fui participar de um festival internacional de sanfona (como eles chamam lá) a convite do Renato Borghetti, onde dividimos o palco com Dominguinhos, Valdones, Targino Gondim que é outro importante músico brasileiro, estavam lá também Mirco Patarini (presidente da Scandalli, talvez a melhor a fábrica de acordeon do mundo), Frank Marocco (Acordeonista Americano) e como já citei o Dominguinhos que hoje em dia é a nossa figura mais ilustre tocando acordeon e cantando.

Então Gadea é isso aí vim de lá, estamos aqui participando do festival, trabalhando, é isso aí, a história tem andado por esse lado, to projetando um disco pro ano que vem, to classificado no Musicanto, na Califórnia. Estou trilhando essa carreira dos festivais porque acho importante pra gente ganhar experiência, pra construir um repertório, fazer com que o nome da gente se divulgue, afinal de contas o que estamos fazendo nesse momento é uma entrevista e isso vai fazer com que mais pessoas conheçam e tenham acesso ao meu trabalho.

Planos pro ano que vem?

Pro ano que vem estou projetando 3 discos, não sei se vou conseguir lançar todos mas pretendo gravá-los, gravo um meu cantando, outro em parceria com o Gujo Teixeira (que estamos vendo a possibilidade de lançarmos ano que vem ou não), e um instrumental, porque tem essa demanda ainda no mercado internacional esse ano fui à Europa (Londres na Inglaterra). Então preparo esses 2 discos e o instrumental pra termos duas linhas de trabalho o campo instrumental e o meio regional aqui no Rio Grande do Sul e além disso tenho tido a idéia de que o meu trabalho seja cada vez mais brasileiro também, então buscar novos parceiros fora daqui pra gente poder divulgar…mais oue menos isso aí…

Qual estilo musical tu apresenta nesses shows fora do Rio grande do Sul e do exterior?

Eu apresento a mesma coisa que a gente toca em um festival ou show aqui no Rio Grande do Sul, apresento composições minhas, chamamé, milonga, polca, o mesmo foco de trabalho, porque acho que a gente não pode ter duas caras né, pelo menos é o que acho pro meu trabalho, creio que o público acredita na gente quando a gente fala a verdade, embora eu tenha um campo muito vasto de trabalho, porque sou produtor musical, músico de estúdio, arranjador, enfim, agora virei intérprete, mas o meu trabalho sempre é direcionado as coisas do Rio Grande do Sul, aos ritmos gaúchos e as minhas composições, ou seja, o que estão nos meus discos. Agora faço um concerto com a orquestra da Fundarte tocando Piazzolla dia 20 da semana que vem em Panambi, (é uma outra linha que agora está se abrindo) mas sempre de bota, de bombacha, de boina com a verdade da gente, porque eu só tenho essa maneira aí…(risos).

Como é a receptividade das pessoas com a música regional gaúcha no Exterior e em outras regiões do Brasil?

No exterior eles são muito receptivos, na Europa principalmente que é um público que tem acesso a todas as culturas, enfim, é um público muito preparado, educado. No Brasil tocamos agora em Juazeiro na Bahia e o público também educadíssimo eram umas 10 mil pessoas mais ou menos e foi maravilhoso (tocamos um show instrumental eu e o Renato Borghetti). Em Londres a receptividade do meu trabalho deu super certo; eu tenho uma linguagem jazzística também porque estudei isso, então eu vou tocar uma milonga um chamamé, mas como vamos tocar pra um pessoal que tem uma informação um pouco diferenciada que não é só as coisas do Rio Grande do Sul a gente utiliza de artifícios como o improviso principalmente, mas o pessoal aceita muito bem, eu não tenho nada a reclamar, nem em outros lugares do país, nem fora do país (minha experiência não é muito grande ainda fora do país),mas onde tenho tocado tem dado muito certo, e é isso aí…se virando!!!

O que tens a dizer sobre o Pulperia.blogger?

Tenho a dizer que o Pulperia é um meio de comunicação importantíssimo, inclusive eu acesso, se não todos os dias a cada dois três dias a gente olha pra saber as notícias dos colegas, saber o que está acontecendo no nativismo, afinal de contas é o nosso mundo aqui no Rio Grande do Sul, então parabenizo o trabalho deles, porque realmente é um meio de informação muito importante, pode ter certeza que 90% dos músicos estão ligados no Pulperia, porque é onde a gente descobre o que está acontecendo no nosso meio regional, cada vez mais os espaços grandes dificultam nosso acesso, mas acho que a gente tem que tentar buscar espaço através de sites, blogs, enfim todo e qualquer espaço que venham à somar pra nossa cultura regional, pra gente é muito bom.

Uma frase pra finalizar…

Não sou muito de frases prontas assim Gadea, mas gosto de uma palavra que norteia minha história, que é SIMPLICIDADE, acho que sempre que se trabalha com simplicidade e fala a verdade, a gente é bem aceito, nunca me enganei (nunca perdi como diz o Pirisca), nunca perdi, quando agi dessa forma, então acho que ter simplicidade na vida e tocar a verdade da gente, é o que podemos fazer de melhor, afinal de contas, fizemos música e se fosse fazer só pra nós, fazia dentro de um quarto ou estúdio, mas não é, o nosso objetivo e tocar o coração das pessoas e acho que a SIMPLICIDADE é o que nos dá esse poder.

Fonte: Blog Cultura in Prosa

XV Fiesta del Litoral en San Fernando

Mario BofillDesde las 11 de la mañana, con la procesión de la Virgen Nuestra Señora de Itatí, el domingo 8 de mayo, los vecinos y vecinas de San Fernando disfrutaron de espectáculos musicales, comidas típicas y concursos, en lo que fue una nueva edición de la Fiesta del Litoral, que tuvo como cierre de lujo la actuación del cantante correntino Mario Bofill.

El Intendente Osvaldo Amieiro, participó de la tradicional procesión que recorrió la Avenida Avellaneda, desde la calle 30 hasta la Plaza Carlos Gardel -sede de los festejos. Allí, la patrona del Litoral fue recibida por la Banda Militar del Liceo Gral. San Martín y los Gauchos Zapateadores de Virreyes, que bailaron el chamamé Himno a la Virgen.

Durante la tarde, para los más chicos, La Musaranga brindó 6 funciones de circo y animación a "carpa llena". Los más grandes pudieron disfrutar de la Orquesta de Arpas de Florencio Varela y recorrer el Museo del Mate, donde los vecinos expusieron 300 ejemplares y donde además se filetearon en forma gratuita una gran cantidad. Una exposición de cuadros y una mesa de la Casa de la Provincia de Misiones fueron parte también de una carpa cultural.

sam_4865.jpgAdemás hubo concurso de sapucay, en donde Ramón Maidana, fue el ganador del Concurso -entre ellas el Padre Cristian, de la Parroquia Nuestra Señora de Itatí – y al que le pusieron música Los Chúcaros del Chamamé. Por su parte en el Concurso de baile, la pareja conformada por Irma y Alberto, se consagraron con el primer lugar entre las 16 duplas que participaron.

El broche de oro, ya entrada la noche, estuvo a cargo de Mario Bofill, quien interpretó sus más conocidas obras mientras iba contando historias de su pueblo Loreto, de los paisajes litoraleños, de noches de bailanta, de amores y recuerdos de la niñez, entre otras cosas y por medio de canciones como "Viva la Pepa", "Estudiante del Interior", "Chamamé de los esteros" o "El carau", por solo citar algunas de las que cantó en sus dos horas de actuación. “Es una propuesta más que interesante. He visto muchos vecinos de San Fernando paisanos nuestros, disfrutando y bailando toda la tarde”, aseguró el cantante.

Fuente: www.sanfernando.gov.ar
Fotos: Raíces del Folkloer

Uma Breve história…

Guerra_farrapos.jpg
Há pouco menos que 300 anos, muitos dos “guanchos”* povoadores de Montevidéu migravam para fronteira com o Brasil. Deste gesto de liberdade surgiu “el gaucho”, nome este dado aos colonos fugidos, estes chamados de vagabundos e ladrões, por incrível que pareça, assim éramos conhecidos.

Depois de uns 90 anos de pura miscigenação estavam tão enfurquilhados sobre essa terra que empunharam lanças e garruchas contra os dragões portugueses.

Então, brotava nos campos férteis da história, um caráter que se arrastaria até hoje.
Os campos cheiraram a pólvora e sangue durante 10 anos, nestes, ganhou o reconhecimento. Nos pensamentos de Giuseppe se nota o símbolo de bravura que se tornou o povo, "eu vi corpos de tropas mais numerosas, batalhas mais disputadas, mas nunca vi em nenhuma parte, homens mais valentes, nem cavaleiros mais brilhantes que os da bela cavalaria rio-grandense". Nestas fica claro o porquê das cavalarias de guerra dos países do Cone-Sul serem formados sempre por gauchos.

Os sábios e estudiosos diziam que enfrentar a coroa seria loucura, o fim. Sim, o fim da razão. Loucos eram estes de lanças nas mãos e sangue pelas roupas. Loucos estes que num berro de selvageria davam seu sangue para ser esvaído e sua carne para ser decepada…

Homens que os julgavam loucos, por terra ficaram. Não ganhamos a guerra, não ganhamos dinheiro, mas ganhamos o que todo povo quer, aquilo que foi assinado no 1° de março de 1845, A PAZ.

 “Mas de que nos adianta a paz, 
Se ‘os homens que foram bravos’
 Voltaram a ser escravos 
Do descaso que atropela”
 Rogério Villagran

Davi Canabarro já foi citado como herói; Porém pode-se enganar a um por anos mas não uma
nação inteira. Davi Canabarro, difícil de acreditar, levou nossos negros lanceiros para uma cilada,
pois sabia que seriam libertados.
Tinhamos outros heróis fajutos, claro, porém nenhum deles conseguiria sujar esta história,
este caráter.
Cito o entendimento de Rubin Zaff, de que um homem só se une e se torna forte quando marcas
de tragédia ficam sobre ele.
Cito também esse escritor que, tenho prosperidade de pertencer à dois países ao mesmo tempo
do Brasil, por nascimento, e a República Federal do Pampa, La Pátria Gaucha, também por nascimento mas principalmente por formação histórica.

Guanchos*: Era o povo que o rei da Espanha mandou das Ilhas Canárias para Montivideo/UR.

Ariel Santiago de Quadros
Porto Alegre, Abril de 2011
Fonte: Blog Compondo Rastros

Presidente da Bunge Brasil diz ter identificado potencial da região para instalação de nova unidade no RS

Pedro Parente inaugura fábrica de fertilizantes em Cruz Alta (RS)

Em entrevista ao jornal Zero Hora, o presidente da Bunge Brasil, Pedro Parente, que estará em Cruz Alta nesta quinta, dia 12, para inauguração da nova unidade, explicou por que ampliar o investimento no Rio Grande do Sul.

Zero Hora – A decisão de investir no noroeste do Estado é estratégica?

Pedro Parente – Sim. Temos basicamente duas razões: principal região produtora de grãos que utiliza nossos fertilizantes, além de ser um entroncamento logístico importante, considerando as malhas rodoviária e ferroviária. Identificamos claramente esse potencial. Por isso, a expectativa favorável quanto ao retorno desse investimento.

ZH – Como o senhor avalia o mercado de fertilizantes no país?

Parente – Estamos vendo um crescimento importante nos últimos três anos. Para 2011, a estimativa da Associação Nacional para Difusão de Adubos é de que o Brasil supere 26 milhões de toneladas de fertilizantes (produção e venda), ante 24,5 milhões de toneladas no ano passado. É um dos maiores mercados do mundo. O país tem várias vantagens em relação à produção agrícola, quanto à disponibilidade de terra, clima e água. Mas é pobre em fertilidade do solo.

ZH – Há ainda algum gargalo enfrentado pela indústria de fertilizantes?

Parente – O grande gargalo que temos hoje é o logístico. É um problema que afeta tanto os fertilizantes quanto a exportação da produção brasileira. Não se trata de uma dificuldade especificamente da nossa indústria, mas da logística do Brasil como um todo.

ZH – Qual o plano estratégico da Bunge para os próximos anos?

Parente – A Bunge Brasil está prevendo investir no triênio que começou em 2010 e termina em 2012 quase US$ 3 bilhões. Os investimentos serão segmentados em todas as áreas de atuação do grupo, mas neste momento serão focados principalmente nos setores de açúcar e bioenergia. Em termos de capacidade de moagem de cana-de-açúcar, a Bunge hoje está entre as quatro maiores do país.

Fonte: ZERO HORA e Canal Rural

Final da Agrishow

A organização da Agrishow divulgou, ontem, que a exposição movimentou R$ 1,755 bilhão durante os cinco dias do evento, realizado em Ribeiro Preto (SP). O valor leva em conta o crédito do Banco do Brasil, Bradesco e Santander e é 52% maior que o de 2010. No total, ainda devem ser acrescidas as vendas com recursos próprios.
Fonte: CP

CANTAR PARA MIM

No dia 20, deste mês, estivemos em São José, no Estado de Santa Catarina, cidade célula da Grande e belíssima Capital Florianópolis. Quando digo estivemos, estou na posição de grupo, por mais uma vez estar, graças aos bons ventos que sopram ao meu favor, acompanhado não só musicalmente, mas também pelos fatores tantos que reúnem nossos carismáticos espíritos que deram nome ao Grupo: CURANDEIRO SILÊNCIO.
Mesmo desfalcados do meu compadre Silvério Barcellos, que na data apresentou-se com seu encantador trabalho paralelo de Choros e Serestas, tivemos uma atuação bastante considerável no palco do restaurante do CTG Os Praianos.
Cheguei à importante constatação que alcanço a cada dia que me dedico ao palco, onde quer que seja, o posicionamento de cantar em primeiro lugar para mim, como disse o saudoso Guido Moraes: " Cantar para mim, é um fatalismo telúrico, um determinismo da raça" e assim sendo: “eu canto pela mesma razão que obriga a calhandra a povoar o capão de coronilhas de rebanhos de notas e tropilhas de sons”.
Provavelmente a sensação de quem lê a colocação acima, de que canto em primeiro lugar para mim, pode ser de que manifesto descaso ao público e acaricio, quando ao palco, o egocentrismo natural de quem registra arte e apenas se atira confete. Não amigos, a interpretação é a seguinte: acredito no que canto e na maneira que canto, portanto o que se reflete a quem assiste é a verdade de um homem atrás do microfone com ideais e reflexões transformadas em versos e melodias, e obviamente cantando aquilo como a sua principal verdade, combustível do que anda… anda e anda… escrevendo nas páginas da arte, seu diário divulgado em som e palavras grafadas.
Arremato este texto comunicando a vocês leitores, que é muito satisfatório manifestar-me, aqui, de maneira lúcida. Ilustrando de maneira reflexiva o compromisso que aceitei e me orgulho.

Eu reconheço que o canto,
pode ser meu até o dia
em que percebe-se livre
e voa em voz de poesia…
alicerçado em raízes
de infinitos matizes:
"Alma, garra e melodia"
Fonte: Diário de Lisandro Amaral

Shana Muller – Prêmio Açorianos 2010

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