O Primeiro Canto – Melhor Arranjo – 1ª Colocada

Anúncios

21ª Vigília do Canto Gaúcho confirmada para setembro.

O Núcleo Cachoeirense de Compositores Nativistas tem o prazer de informar que nesta terça-feira, 28 de junho, no início da tarde, nosso coordenador geral João Rafael Teixeira Chiapetta participou de uma reunião na Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul onde foi "batido o martelo" para a realização da Vigília do Canto Gaúcho em 2011. Participaram ainda o prefeito municipal e responsáveis pela área de eventos do Município, o presidente da Câmara Municipal, José Vasconcelos de Almeida, o vereador Oscar Sartório, presidente da Comissão de Educação e Cultura do Legislativo Cachoeirense e representantes do evento "Planeta Gaudério".

A decisão é que a 21ª Vigília do Canto Gaúcho está confirmada para os dias 3 e 4 de setembro de 2011, graças à campanha "Não deixe morrer nossa Vigília" e o apoio dos vereadores e forças vivas da comunidade, que conseguiram estabelecer o diálogo com o prefeito municipal, que proverá os meios necessários para o evento.

A organização permanecerá com a Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul, mas o evento excepcionalmente este ano acontecerá concomitantemente com o "Planeta Gaudério", que cederá a infra-estrutura do Parque e Ginásio da Fenarroz, os shows e o som.

Agradeceremos, pessoalmente, a reconsideração do prefeito municipal (que havia anunciado que não realizaria o festival em 2011), o empenho dos vereadores e do Poder Legislativo, da sociedade e das entidades e pessoas que se somaram à campanha.

Portanto, amigos, a campanha foi exitosa e só o foi pela participação de cada um e de todos.

Uma grande vitória a ser comemorada.

A Vigília não morreu porque vive em cada um de nós!

Muito obrigado!

O anúncio será feito nesta quarta-feira, as 18h30min, em Cachoeira do Sul, em audiência da qual participarão, representando o NCCN, o João Rafael Teixeira Chiapetta, o Mateus Neves da Fontoura e o Cleiton Evandro dos Santos.

Ratificamos que nossa campanha teve três objetivos principais:

1. A mobilização da sociedade em prol da realizacão do festival, com completo êxito.
2. A realização da 21ª Vigília do Canto Gaúcho ainda em 2011.

3. A elaboração de lei municipal que declare a Vigília do Canto Gaúcho patrimônio e símbolo cultural de Cachoeira do Sul.

Os dois primeiros pontos foram plenamente alcançados.
O terceiro, já recebeu manifestação positiva do Legislativo (esperamos que na quarta-feira, também do Executivo).

Nesta quarta-feira, oficializada esta posição da Prefeitura, declararemos ENCERRADA a CAMPANHA "NÃO DEIXE MORRER NOSSA VIGÍLIA".

Pretendemos colaborar com os organizadores com algumas SUGESTÕES, que poderão ou não serem acatadas pela Comissão Organizadora.

Mais uma vez, mil gracias a todos que pelearam em defesa deste importante festival e da Cultura Gaúcha!

Seguimos em Vigília pela Cultura Gaúcha e pelos nossos Festivais.

Fonte: Núcleo Cachoeirense de Compositores Nativistas

Entrevero Cultural – Cesar Oliveira e Rogério Melo

Amigos,
Segue divulgação de dois eventos que ocorrerão na próxima quinta-feira, 30.06.

Primeiramente, convidamos, juntamente com a Fnac Porto Alegre, para projeto Entrevero Cultural, bate-papo sobre Cultura Tradicionalista realizado a cada dois meses no Fórum da Loja, com direito à canja musical e participação de convidados muito especiais. Nesta edição, César Oliveira & Rogério Melo recebem Elton Saldanha, cantor e compositor Itaquiense, com 16 discos e um DVD gravados, mais de 200 troféus conquistados em festivais, apresentando o mais recente CD Rio grande Tchê (Gravadora Acit).

EVENTO COM ENTRADA FRANCA
Dia 30/06, às 19h30 – Fórum Fnac Porto Alegre
Av. Diário de Noticias, 300 – Loja 1121 – BarraShoppingSul
Informações: 051 3396 2000

Obrigada desde já pelo costumeiro apoio.
Um abraço!

Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br
www.twitter.com/cesar_rogerio

Video Clipe da música Penãrol – com a participação de Luiz Carlos Borges – Cesar Oliveira e Rogério Melo

Faremos o lançamento do clipe da música Penãrol – com a participação de Luiz Carlos Borges – que integrará o DVD Riograndenses, a ser lançado no mês de agosto. O vídeo será disponibilizado simultaneamente em nossos canais na web. Para acesso direto, basta acessar www.cesarerogerio.com.br/penarol
Dia 30/06, às 21h30, no Boteco Tchê – Porto Alegre Av. José do Patrocínio, 885 Informações: 051 3228.5262

Obrigada desde já pelo costumeiro apoio.
Um abraço!

Mariana Pires
Asse.Imprensa & Produção Executiva
Fone: 51. 9822.9151
www.cesarerogerio.com.br
www.twitter.com/cesar_rogerio

Vencedores da 19ª Sapecada da Canção Nativa de Lages/SC

“O Primeiro Canto” vence a 19ª Sapecada Nacional

Lages, 22/06/2011, CLMais com informações da assessoria de imprensa da prefeitura

A Milonga “O Primeiro Canto”, de Sergio Carvalho Pereira (letra) e Roberto Borges (música), defendida no palco por Luis Marenco e Xiru Antunes, venceu a 19ª Sapecada da Canção Nativa Nacional, levando o Troféu de 1º lugar e a quantia de 12 mil reais, nesta terça-feira (21), na XXIII Festa Nacional do Pinhão. É a quinta vez que Luis Marenco vence o Festival da Sapecada.

Outra Milonga, “A Memória da Pedra”, de Gujo Teixeira (letra) e Cristian Camargo (música), interpretada por Marco Aurélio Vasconcellos, Marcelo Oliveira, Luis Marenco e Joca Martins, levaram o Troféu de 2º lugar e cinco mil reais; e o Chamamé “O Mesmo”, de Fábio Maciel e Mateus Neves da Fontoura (letra) e de Juliano Moreno (música) , defendida por Marcelo Oliveira, conquistou o troféu de 3º lugar e mais a quantia de 3 mil reais.

O público vibrou enquanto torcia por suas canções preferidas acompanhando atentamente o desfile de composições nativistas no Palco Nativista da Festa do Pinhão. A coordenadora do Festival, Carla Arruda avaliou o evento de forma muito positiva.

“O Festival saiu afinadíssimo, com músicas de altíssima qualidade, belíssimos trabalhos, letras, fundamento e melodias bem arranjadas e bem colocadas, além dos melhores intérpretes do sul do Brasil. Com certeza, a Sapecada foi um sucesso”.

O Vanerão “O Aço do Tempo”, de Renato Gomes e Fabrício Costa mexeu com o público e foi escolhido como composição mais popular da Sapecada Nacional, titulação já conquistada no domingo, na Sapecada da Serra Catarinense.

A comissão julgadora premiou ainda as seguintes composições:
Melhor tema sobre a região serrana: Infância
Melhor tema Campeiro: O Mesmo
Melhor Conjunto Vocal: Romanceira
Melhor Arranjo: O Primeiro Canto
Melhor Melodia: Feito Alpargata
Melhor Letra: A Memória da Pedra
Melhor instrumentista: Aluísio Ronckemb

Melhor intérprete: Luís Marenco

Foto: Toninho Vieira/Divulgação
Fonte: Correio Lageano

Selecionadas as composições para a final da Sapecada da Canção Nativa

Lages, 21/06/2011, CLMais com informações da assessoria de imprensa da prefeitura

A comissão julgadora divulgou as 12 composições classificadas na eliminatória da XIX Sapecada da Canção Nativa, ocorrida nesta segunda-feira (20). Mais uma vez, o festival se mostrou de qualidade, com a participação de poetas, compositores e músicos já consagrados no gênero nativista.

As classificadas nesta eliminatória disputam nesta terça-feira a final da Sapecada, juntamente com a música vencedora da Sapecada Regional, “Guitarreando”, de Vitor Amorim e Everton Michels, interpretada por Arthur Mattos, e o vaneirão “O Aço do Tempo”, de Renato Gomes e Fabrício Costa, escolhida como a mais popular na Sapecada Regional.

Confira a lista das 12 composições classificadas na etapa eliminatória, e que disputam nesta terça, a partir das 20h30min no Palco Nativista, a Final da Sapecada, juntamente com “Guitarreando” e “O Aço do Tempo”:

1 – A MEMÓRIA DE PEDRA

Ritmo: MILONGA

Letra: GUJO TEIXEIRA

Música: CRISTIAN CAMARGO

Cidade: CANDIOTA – RS

2 – O MESMO

Ritmo: CHAMAMÉ

Letra: MATEUS NEVES DA FONTOURA E FÁBIO MACIEL

Música: JULIANO MORENO

Cidade: PORTO ALEGRE, BAGÉ E SANTANA DO LIVRAMENTO – RS

3- O PRIMEIRO CANTO

Ritmo: MILONGA

Letra: SÉRGIO CARVALHO PEREIRA

Música: ROBERTO BORGES

Cidade: PELOTAS – RS

4 – MONÓLOGO DE UM CAVALO

Ritmo: MILONGA

Letra: MÁRCIO NUNES CORRÊA E HÉLVIO LUIS CASALINHO

Música: FABIANO BACCHIERI

Cidade: PELOTAS – RS

5- FEITO ALPARGATA

Ritmo: MILONGA

Letra: LISANDRO AMARAL

Música: ROBERTO LUÇARDO

Cidade: PIRATINI – RS

6- EN EL CORAZÓN DE MI MADRE

Ritmo: CHAMAME

Letra: KIKO GOULART

Música: KIKO GOULART

Cidade: LAGES – SC

7 – PICADOR

Ritmo: CHAMAMÉ

Letra: EVAIR SOARES GOMES

Música: JULIANO GOMES

Cidade: PORTO ALEGRE – RS


8 – AQUEL VIEJITO

Ritmo: ZAMBA

Letra: HELVIO LUIS CASALINHO

Música: FABIANO BACCHIERI

Cidade: PELOTAS – RS

9 – INFÂNCIA

Ritmo: CHAMARRA

Letra: EMERSON FERNANDES E RAFAEL XAVIER

Música: MATHEUS ALVES

Cidade: DOM PEDRITO – RS

10- O ESPINHO

Ritmo: CHAMAMÉ

Letra: OTÁVIO SEVERO

Música: MATHEUS LEAL / ANDRÉ TEIXEIRA

Cidade: DOM PEDRITO, SÃO GABRIEL – RS

11- CHAMARRITA ROMANCERA

Ritmo: CHAMARRITA

Letra: FABIO MACIEL

Música: VITOR AMORIM E KIKO GOULART

Cidade: LAGES – SC E BAGÉ – RS

12 – PAISAGEM INTERIOR

Ritmo: MILONGA

Letra: MARTIN CESAR GONÇALVES

Música: PAULO TIMM

Cidade: JAGUARÃO – RS

Foto: Divulgação

Sessão da Câmara hoje – Em defesa da Vigília do Canto Gaúcho

AMIGOS.

HOJE representantes do NCCN vão falar na tribuna popular, no início da sessão da Câmara Municipal, em defesa da Vigília do Canto Gaúcho.
Precisamos de todos para colocar gente lá. Vamos chamar a gauchada (e chegar cedo, pq hoje tem a votação do número de vereadores também, o que vai dar muita gente na Câmara).

Contamos com cada um de vocês. Repassem, comentem, postem, divulguem…Liguem para os amigos em cachoeira e peçam para ajudarem na manifestação.

Abraços

NCCN

Não deixem morrer a Vigilia

“Não Deixe Morrer a Vigília”

Amigos: esta é uma luta pela cultura popular, pela identidade cultural gaúcha, pela honra daqueles – artistas ou público – que fazem e são os festivais de música, poesia e canto do Rio Grande do Sul. Pela honra da cultura gaúcha e em apoio aos nossos irmãos e amigos do Núcleo Cachoeirense de Compositores Nativistas e de todo o ambiente festivaleiro gaúcho estamos lançando a Campanha “Não Deixe Morrer a Vigília”.

Embora simbólica, essa manifestação reage ao anúncio, pelo prefeito de Cachoeira do Sul – até o ano que vem -, de que não realizará o evento mais uma vez porque “decidiu priorizar atividades que envolvam competidores só de Cachoeira, o que faz com que o dinheiro das premiações fique na cidade”. O prefeito também afirmou que: “os ‘tradicionalistas’ não têm do que reclamar, pois está apoiando financeiramente a cavalgada da integração”.

Vale lembrar que JAMAIS os compositores, músicos, intérpretes, letristas, poetas, declamadores de Cachoeira do Sul ou participantes do festival, foram convidados para uma reunião com o prefeito ou seu “participativo” departamento de eventos, para debater o assunto ou tratar de qualquer tema.

Segundo se soube, apenas houve, em 2010, um contato com patrões de CTGs perguntando se os mesmos queriam “assumir a Vigília”. É preciso dizer que na Administração em que o atual prefeito Sérgio Ghignatti, foi vice-prefeito, na década de 90, o Município também cancelou o festival, quase determinando a morte da Vigília do Canto Gaúcho. Será algo pessoal?

Hoje, um dos maiores e mais tradicionais festivais nativistas do Rio Grande do Sul sofreu mais um severo golpe. Mais um festival agoniza no Rio Grande. E não podemos aceitar calados o descomprometimento – com a identidade cultural gaúcha – destes políticos que se elegem “declamando” Jaime Caetano Braun na TV, mas depois viram as costas à produção cultural regional.

A Vigília não morrerá, pois os mandatos eleitorais terminarão e a cultura seguirá!!!

Por isso, pedimos o apoio dos nativistas do Rio Grande e do Brasil no sentido de manifestarem o seu protesto, desacordo ou indignação com a decisão unilateral da Prefeitura (que sequer elaborou um projeto pra LIC ou esboçou qualquer interesse de promover o festival), replicando esta mensagem para seus contatos e pelas redes sociais, ou escrevendo diretamente para o prefeito, os vereadores de Cachoeira do Sul e o Jornal do Povo, principal órgão de imprensa daquela cidade.

Chega de “mercadores” e políticos que não promovem a cultura determinarem a extinção de nossos festivais, de calarem a nossa voz, atentarem contra nossa memória histórica, apagarem os nossos versos, renegarem nossas orígens e negarem nossa identidade cultural!!!

Não deixaremos que morra a Vigília!!!

Chega de atentarem contra os festivais do Rio Grande!!!!

Chega de atentarem contra o nativismo!!!!

Por favor, repasse esta mensagem à sua rede de contatos, poste nas redes sociais, vamos gritar bem alto pelos nossos valores culturais!

Mande teu email de apoio com o título: “Não Deixe Morrer a Vigília” para cpd , smic.cachoeiradosul , acscachoeira,

Para o jornal.

jp

Para os vereadores de Cachoeira do Sul:
clebercardoso ; vasconcelos ; julinhodomercado ; vereadorbala ; lucianofigueiro ; marcelodanoemia, mariana ; oscarsartorio ; jarrao; valdocir .

e também deixe post no facebook e twitter do Jornal do Povo e na comunidade do Orkut do JP.

“Não Deixe Morrer a Vigília” é uma iniciativa do cachoeirenses comprometidos com a cultura gaúcha e tem o apoio da:
www.radioterragaucha.com.br .

É autorizada a inserção dos endereços de blogs, microblogs, sites e similares que apoiam esta iniciativa.

Mil gracias!
NCCN

Produtos orgânicos passam a ter certificação obrigatória no Brasil

Desde primeiro de janeiro, todo o produto orgânico comercializado no Brasil tem que estar registrado no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica. Segundo o superintendente do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul, esta decisão garante a qualidade dos produtos, principalmente para o consumidor. Francisco Signor salienta que o objetivo da medida visa proteger meio ambiente, produtores e consumidores.

– São regras diferenciadas de produção, que protegem o meio ambiente, o produtor e o consumidor, dando uma identidade e qualidade diferenciadas dos produtos que vão ser consumidos a partir dos novos critérios e novo mmanejo de produção, tanto dos produtos do reino animal, quanto do reino vegetal.
O Estado tem os processos mais avançados para colocar em prática este sistema de produção.
– É uma rastreabilidade, é uma fórmula nova de se tratar essa questão da produção de alimentos. Existe já um movimento muito grande em nível nacional e mundial, e no Brasil, o Rio Grande do Sul é o que está em melhores condições e que avançou mais em termos de organização dos produtores que produzem ecologicamente correto com o Ministério da Agricultura.
O Rio Grande do Sul tem o maior número de entidades credenciadas para atuarem dentro das novas normas de legislação da produção orgânica.

Ouça a matéria
Fonte: Campo e Lavoura

Manifesto Musical – Guilherme Collares

Nos idos de 97 ou 98, enquanto eu ainda engatinhava no meio musical dos festivais sul-riograndenses, lembro bastante bem de chegar a diversas rodas de músicos, como ainda hoje, e verificar meus colegas conversando sobre as linhas melódicas de improvisação do Jazz ou sobre a harmonia da Bossa Nova ou do Ivan Lins, ou sobre o Paco de Lucia e o John McLaughlin. Lembro que, pela necessidade de socialização e espírito gregário inerente ao ser humano, que necessita ser aceito pelos membros de seu clã, também gastei horas conversando e discutindo esses assuntos. Porém, nunca me detive muito escutando essas músicas, pois escuto diariamente o folklore crioulo, entendendo-se isso como a música do gaúcho rio-platense em todas as suas manifestações e bandeiras, desde o sul do Paraguay, passando pela Argentina, Uruguay, Rio Grande do Sul e certas regiões do Chile: a música de nossos antepassados.

Sempre me coloquei junto ao meio e perante meus colegas, como um músico e compositor muito resumido (como realmente sou), em que a perseverança e o afinco prevalecem em muito sobre o talento. Porém, tenho consciência que mesmo sem entender-me como uma autoridade no assunto, conheço razoavelmente bem os ritmos e bases
históricas da música e poesia de meus antepassados. Notem que nem de longe me coloco como um “dono-da-verdade”.

Refletindo ainda sobre o assunto: o meio poético-musical dos festivais do nosso estado é de cunho essencialmente folklorico (pelo menos isso é o que rezam os regulamentos de 99% desses eventos), porém, o que vemos em seus palcos, não corrobora com esse percentual. Digo isso com conhecimento de causa, pois iniciei nesse meio há mais de 20 anos.

Com isso, pergunto: seremos, alguns poucos mentecaptos, os errados em cultivar a música de nossos antepassados, aplicando a ela a originalidade de nossos dias e as influências a que somos submetidos pelo meio em que vivemos (expressão máxima do folklore)? Até quando seremos os “quadrados” ou “os de boina” ou os “das nazarenas, chiripás e tolderias”, como somos rotulados por alguns “experts” em música alienígena, e que muitas vezes nos julgam, mas que botam a panela na mesa graças ao dinheiro oferecido pelo meio musical onde deveria prevalecer a verdadeira cultura do gaúcho?

Graças a Deus, não sinto mais vergonha e nem me sinto rebaixado em uma roda de músicos quando discutem o último disco do Chico Buarque ou as harmonias do Ivan Lins. Com todo respeito a meus colegas, esses imensos artistas da música brasileira não tocam a Cifra, a Vidalita e o Estilo Pampeano. O Paco de Lucia não saberá tocar uma Milonga “desencontrada” como faziam o Cafrune ou o Yupanqui. E nem o Art Vam Damme ou o Dominguinhos vão tocar chamamé como o Raulito ou o Montiel. Muito menos a Maria Gadu e o Caetano saberão cantar como se deve uma “Chamarrita de Galpão” ou “Funeral de Coxilha”. Uma ressalva: sou fã e escuto o Chico Buarque, o Ivan Lins, o Paco, o Dominguinhos e o Art Vam Damme e adoro ver o Caetano e a Gadu cantando e tocando violão.

Não peço que os colegas não gostem ou neguem a música de artistas nacionais ou internacionais, quaisquer que sejam, mas que, pelo menos, reservem uma pequena parcela de seu tempo para entender e executar corretamente as bases rítmicas de seus próprios antepassados.

Termino esse desabafo com uma constatação: talvez seja por isso que nossa música não ultrapasse as fronteiras além de nossas próprias vaidades pessoais.

E, ao final desse manifesto, não dirigido especificamente a ninguém e ao mesmo tempo a todos, não me desculpo se ofendi alguém com minhas modestas opiniões. "Soy gaucho y canto opinando". A todos os que não gostam do que digo, por favor, dirijam-se ao final da extensa fila. E meus respeitos a todos os que, pelo menos, dignaram-se a refletir sobre o assunto.

Guilherme Collares
Bagé, 03 de junho de 2011

Lisandro Amaral – MIRADA

Vichando.jpg
"vichando" aquarela de Francisco Madero Marenco (Argentina)

Amigos

Um saludo para todos, falo do lado de cá da minha imaginação orgulhosa, que comemora muito lúcida a importância de ser lido. Com sinceridade tento – obviamente – de maneira impossível, por entender-me humano, evitar o envaidecimento causado pelas numerosas visitas deste espaço, o Diário do Andante. E por isso hoje abraço a todos que já acompanharam às muitas linhas que dediquei aos que me oferecem um tempo precioso.
Comunico que tenho um texto novo, sobre a chuva, guardado para a semana que vem. Sim, essa mesma chuva que ainda teima em não chegar no meu rincão, mas que há uns dias atrás me encontrou motivado a escrever e, por uma hora umedeceu os campos da minha Bagé. Mas isso será outra história.
O assunto hoje, retornando ao começo do tema, é de comemorarmos o número de acessos ao Diário Do Andante ter alcançado hoje, 14 de junho de 2011, quando completa apenas dois meses de existência: 9.123 visualizações.
Repetindo as palavras acima, convido para nesta simbólica comemoração que, possivelmente nos levará ao ambiente que principalmente me agrada estar que é o verso dedicado ao campo e seu universo onde me identifico muito com o que escreveu o sábio Jorge Luís Borges – impressionante escritor e poeta argentino:
" Não criei personagens, Tudo que escrevo é autobiográfico. Porém, não expresso minhas emoções diretamente, mas por meio de fábulas e símbolos. Nunca fiz confissões. Mas cada página que escrevi teve origem em minha emoção."
Com a proporção real que separam autores, cito este mestre da palavra, aconselhando-o para importantes leitores deste meu espaço de peregrino das palavras… e assim sendo, estaremos reforçando nossos encontros e nutrindo: olhos, ouvidos e vozes para o preparo da consciência e da importância da leitura de qualidade, que não salvará mais o mundo, porém melhorará o caminho que nos cobrará ainda muito se estivermos vazios do poder poético das palavras sábias que inundam um mundo oculto para muitos.
Seguem aqui meus símbolos, minhas fábulas, mas pricipalmente minha emoção que, não autobiográfada desta vida, mas possivelmente de inúmeras anteriores, teimam em mudar minha respiração quando escrevo.

m i r a d a

Nem o sol clareava bem a humildade dos campeiros

e a milícia de tropeiros já ia ao tranco na estrada;
reinava a força dos pingo, pechando pra São Domingos todo o vigor da boiada.

(A tropa lenta e manheira, pesava no corredor,
o empenho da culatra – cantava no arreador –
e o capataz comandava, junto à poeira que tapava, os que faziam fiador.)

CAMINHO largo aos que miram com olhos de chegar cedo,
CAMINHO lento aos que enxergam as distâncias de um tropeiro…

Mil e pico de boi gordo rumo ao céu de uma charqueada;
passo lento, feito todos, que meus olhos bolicheiros,
viram passar resmungando entre berros e bocejos…
…junto ao destino de boi que leva a própria carcaça
e deixa a imagem que passa chorando o próprio cortejo…

Cria "dadonde" o mulato corpo leviano num mouro?
E aquele feições de touro que, quando ergue a soitera
Parece erguer a bandeira numa "escramuça" de guerra?

Maior herói farroupilha se torna o taura em vigília,
no fiador ou na culatra, somente a estampa relata
donde vieram os pampeanos que empurram bois e existência,
pra terem mais que a experiência na altivez de vaqueanos!

CAMINHO largo aos que miram com olhos de morrer cedo,
MIRADA índia que enxerga a vida além das janelas…

Um céu de maio nos ombros denuncia o veranico;
um bragado – pingo e pico – atrás de um boi se desmancha quando a tropa negaceia, parece levar nas veias coragem abrindo cancha, por crioula e libertária,
e a nobreza no combate que se escapa e não se prancha
por que traz de Gato y Mancha sua alma hereditária.

…………………………………………………

Muitos anos de bolicho, tantos outros de quilero
e me aquerenciei pulpero, dono de mim, junto aos meus,
numa linha de fronteira onde a altivez campeira perpetuou-se em hombridade!

E as previsões de taperas que assombram quem permanece:
lavrando a boi – feito prece – mariposeando a quietude
mesmo que o campo se mude para expandir-se a cidade…
hão de beber humildade estes tropeiros do nada,
que sempre encontram aguada nos descaminhos do rumo
em pulperias pro fumo e goles de madrugada!

CAMINHO lento que para junto ao balcão do vendeiro,
AGUADA antiga que nutre a solidão de um tropeiro…

Buenos dia!!!
– Da onde o fumo? Pergunta um, dos que chegaram primeiro.
– De onde veio – lhe devo! Pro céu te leva certeiro!

Num sorriso ergueu-se a face judiada do forasteiro.
– Deste mesmo, um naco bueno, pra o picumã no chapéu
que dos perigos da estrada somente quero a morada e o catre largo do céu!

– A canha sim te garanto a procedência serrana;
de enfeitiçar querendonas e adormecer no teu ninho.

– La pucha! Melhor que vinho! Disse o segundo campeiro.
– Duas garrafas pulpero.
Que não me falte dinheiro pois quero ainda umas bala.
Que mais adiante se fala de um povoado além do passo
e se não rondo – me passo – e adoço alguma janela
roubando alguma donzela pra descansar no meu braço.

– Não facilita os cachorro te manotearem do pala
e no lugar da donzela, tu te agarre com o pai dela que gosta muito de bala.

Caminho largo que para pra algum sorriso guardado,
Bolicho amigo que espera algum tropeiro cansado!

Quatro mudanças de lua, somente quatro estações…
Centenárias gerações: novo gado, outro dono,
Sai verão, acorda outono… TROPA!!! TROPA!!! Afina no cotovelo,
que os arame do Curbelo tem mais remendo que trama
e se apertá se derrama noutro lado do potreiro!

VOLTA BOOOI!!!

Aboio largo se perdendo junto ao tempo…

VENHA BOOOI!!!

Chamado errante do ponteiro que caminha,
convidando a tropa larga para o seu próprio cortejo.

Resmunga o gado andarilho…
e o meus olhos bolicheiros enquadram tropa e tropeiros.

Num veranico de maio pintei mais uma aquarela…
MIRADA índia que enxerga a vida além da janela…

16/06/2004
obrigado por acompanharem meus singelos passos.

Fonte: Diário do Andante – por Lisandro Amaral

Lançamento Mauro Moraes – Num Bolicho de Linha Melódica

1- Chora gaita véia
2- No osso do peito
3- Que bueno
4- Palanquero
5- Num bolicho da linha melódica
6- Quieto no meu canto
7- Batendo Tramela
8- Num interior de município
9- Como passa
10- Amansando de garupa

11- La pucha que gineteada
12- De cano cheio
Fonte: Usa Discos

Resenha de Sol de Maio e Piraí 1511 do Candidato vencem classificatória de Santo Ângelo (RS)

Disputa na cidade gaúcha garantiu oito vagas à final do Freio de Ouro 2011

Vagner Benites

Mais uma prova emocionante foi o que o público de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, assistiu neste domingo no Parque de Exposições Siegfried Ritter, na sétima classificatória para o Freio de Ouro 2011. Entre as fêmeas, Resenha de Sol de Maio, do ginete Rodrigo Nunes, liderou de ponta a ponta e foi a grande vencedora. Na disputa dos machos, Piraí 1511 do Candidato, do ginete Marcelo Móglia, garantiu o primeiro lugar.

A competição começou com a prova da Mangueira e, entre as fêmeas, Resenha de Sol de Maio manteve a liderança conquistada nos dois primeiros dias de prova. Maquena Queñita e Chiquita de Guarita vinham logo atrás. Nos machos, a primeira avaliação já marcou inversão de posições. Piraí 1511 do Candidato assumiu a ponta, deixando em segundo lugar o conjunto Lindo Nenê Cala Bassa, líder após as fases iniciais.

Na Bayard-Sarmento, Resenha continuou em primeiro. O destaque da prova foi para Bugra da Santa Johana, que iniciou o dia em sétimo lugar e pulou para a vice-liderança. Na competição dos machos, Piraí continuou no topo, seguido de BT Quebra Quebra II e Lindo Nenê da Cala Bassa.

Alguma mudança que poderia acontecer na última prova, a Paleteada, não se confirmou e Resenha de Sol de Maio conquistou a maior nota da classificatória entre as fêmeas. Nos machos, Piraí 1511 do Candidato também confirmou a primeira posição.

Com os oito classificados em Santo Ângelo, ainda restam 40 vagas para a decisão do Freio de Ouro 2011, marcada para o dia 28 de agosto em Esteio (RS). A próxima classificatória ocorre entre os dias 15 e 19 de junho no Parque Dorval Ribeiro, município de Camaquã, também no Rio Grande do Sul.

Veja os classificados:

FÊMEAS

1º lugar
— Resenha de Sol de Maio, box 16
CT Cabanha Sorsul, Horizontina (RS)
Ginete: Rodrigo Nunes
Nota: 19,594

2º lugar
— Bugra da Santa Johanna, box 06
Cabanha Santa Johanna, Santa Bárbara do Sul (RS)
Ginete: Charles Fagundes
Nota: 19,034

3º lugar
— Maquena Queñita, box 18
Cabanha Santa Marta e Itapororó, São Borja (RS)
Ginete: Reinaldo Silveira

Nota: 18,531

4º lugar
— Niazzi Cambona, box 08
Cabanha Niazzi, São Gabriel (RS)
Ginete: Lindor Collares Luiz
Nota: 18,424

MACHOS

1º lugar
— Piraí 1511 do Candidato, box 55
Cabanha Firmeza e La Funcion, Rosário do Sul e Aceguá (RS)
Ginete: Marcelo Rezende Móglia
Nota: 20,036

2º lugar
— BT Quebra Quebra II, box 75
Cabanha Iguariaça e Catamarca, São Gabriel e São Borja (RS)
Ginete: Fábio Teixeira da Silveira
Nota: 19,686

3º lugar
— Lindo Nene Cala Bassa, box 66
Cabanha VMB, Lavras do Sul (RS)

Ginete: Cassio Jardim
Nota: 19,472

4º lugar
— As Malke Pampa, box 60
Cabanha Malke Cerrito, Uruguaiana (RS)
Ginete: Gabriel Marty
Nota: 19,432

Saiba mais sobre as classificatórias do Freio:

CANAL RURAL

Missão técnica vai à Rússia no final do mês para resolver embargo à carne suína

Governo deflagra nesta semana a etapa de vistorias nos frigoríficos com o objetivo de atender às exigências daquele país, diz Rossi

Daniela Castro

Uma missão técnica do Ministério da Agricultura embarca para a Rússia depois do dia 20 deste mês. O grupo brasileiro só aguarda o aval de Moscou para seguir viagem.

Na última segunda, dia 6, o Brasil finalmente recebeu o relatório russo sobre as avaliações a respeito da estrutura física e da inspeção nos 85 frigoríficos brasileiros ameaçados de embargo a partir desta quarta, dia 15.

A Secretaria de Defesa Agropecuária já respondeu ao questionamento e atualmente faz a tradução para o russo para que o documento seja encaminhado nesta terça, dia 14.

No texto, o governo brasileiro questiona algumas exigências do órgão sanitário russo, como a necessidade de instalação de pedilúvios na entrada dos frigoríficos.

O ministério afirma que o setor utiliza lavadores automáticos, ferramenta mais moderna e eficaz do que o pedilúvios para evitar contaminações.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim, é preciso esperar que a equipe técnica de Moscou avalie o questionário e só depois a missão embarcará. Jardim acredita que na sexta seja possível definir a data.

Wagner Rossi, ministro da Agricultura, informou que o governo deflagra nesta semana a etapa de vistorias nos frigoríficos com o objetivo de atender às exigências daquele país.

Fonte: Zero Hora

Safra de grãos de 161,5 milhões de t

A produção brasileira de grãos na safra 2010/2011 atingiu 161,5 milhões de toneladas, conforme o nono e último levantamento divulgado ontem pela Conab. O número consolida aumento de 8,2% sobre 2009/2010, quando a colheita somou de 149,2 milhões de t, e é 2 milhões de toneladas maior do que o divulgado em maio. Segundo a Conab, a ampliação das áreas de cultivo com algodão, feijão, soja e arroz foi um dos principais responsáveis pelo crescimento, juntamente com as condições favoráveis do clima. “Superamos uma marca importante, que nos coloca em uma posição privilegiada no mercado mundial de alimentos”, comemorou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, ao participar do anúncio. No RS, a safra termina somando 28,64 milhões de toneladas, 12,8% mais do que a marca obtida no ano passado. O desempenho foi puxado pelo aumento de 20,6% na colheita de arroz e de 13,7% na soja. A única redução no Estado foi apontada na segunda safra de feijão, que teve queda de 10,7%.

181086.JPG&Tamanho=480&HW=1

Produtividade do arroz foi um dos fatores que puxou desempenho
Crédito: carla ruas / cp memória

29ª Campereada Internacional encerrou ontem sua programação

Tradicionalistas participaram no final de semana da 29ª Campereada Internacional, na Chácara da Prefeitura de Santana do Livramento. A oportunidade serviu para manter vivo os costumes e a tradição gaúcha. A Campereada também reuniu tradicionalistas que preferem ousar um pouco mais em cima do lombo de um cavalo participando, por exemplo, da prova de tiro de laço. A novidade deste ano ficou por conta da pista dois, onde aconteceram as ginetiadas, e o tradicional tiro de laço foi realizado na pista um.

Os gaúchos da fronteira também mostram que sabem usar a indumentária dentro de campo, no futebol de bombacha. Em uma autêntica festa gaúcha como esta, além dos costumes a diversão também foi garantida na Campereada.

O evento encerrou ontem (24) por volta das 22h, com show de Cesar Oliveira e Rogério Melo, que retornaram à fronteira para a apresentação, já que o show inicialmente marcado para sexta foi suspenso devido ao mau tempo.

Fonte: Tradicionalismo Livramento
http://wp.clicrbs.com.br/livramento/tag/tradicionalismo/

A MEDICINA CAMPEIRA

Com esta breve mudança de temperatura peguei uma gripe daquelas. Ando amolado, com o lombo doído e sem ânimo para o trabalho (coisa comum neste corpo).

Por este motivo me vali de algumas receitas lá de fora, que sempre dão resultados positivos nestas horas.

Em todos os ranchos campeiros costuma-se efetivar uma série de recursos nativos quando acontece um acidente ou anormalidade na saúde.

Uma das primeiras providências é buscar saber se uma pessoa está febril. Não dispondo de um termômetro para “tirar” a febre, costuma-se colocar os lábios na testa do paciente. O calor dirá se a pessoa está com temperatura alterada.

Tratando-se de uma dor de garganta, comum nas oscilações climáticas do sul, introduz-se na garganta uma colher de sopa pelo cabo. O estado das amígdalas fornecerá o diagnóstico.

Para aliviar uma dor de dentes violenta, faz-se o paciente gargarejar um chá com semente de papoula ou folhas de malva.

Uma dor de cabeça é aliviada colocando-se nas fontes (fronte ou testa) rodelas de batata crua.

Um desfalecimento ou desmaio, conhecido popularmente por chilique, recebe logo uma terapêutica popular: a vítima deve aspirar vinagre, ou, na falta deste, álcool puro.

Um engasgue é aliviado de imediato com umas batidinhas nas costas do engasgado, acompanhadas da competente oração.

Se uma espinha de peixe tranca na garganta, faz-se o sinistrado engolir farinha de mandioca ou miolo de pão.

Contra cortes que produzem hemorragias, costuma-se colocar no local pó de café.

Os “galos” produzidos por batidas são aliviados colocando-se, sobre o local, a face fria de uma faca.

O veneno produzido por ferrão de certos peixes como o pintado, é tratado com urina logo após o acidente.

As picadas de insetos, com uma pasta de fumo mascado sobre o ferimento.

O bicho-de-pé (tunga penetrens), exige sua extirpação, retirando-se o saquinho contendo os ovos. Aplica-se sobre o ferimento querosene ou creolina.

O cobreiro (cobrelo) só pode ser tratado por meio de benzedura.

As frieiras são tratadas com vinagre, querosene, creolina ou açúcar.

Uma diarréia não resiste a um tratamento a base de chá com folhas de pitangueira, goiabeira e casca de romã.

Já a prisão de ventre encontra no velho óleo de rícino (purgante) o seu remédio ideal.

Para curar uma borracheira (embriaguês) nada melhor do que um café preto, sem açúcar,com cinzas do fogão.

Para cólicas, bolsa de água quente sobre o local dolorido.

Obtém-se um ótimo vomitório, irritando a campainha (úvula) com uma pena de galinha.

O excesso de gases é combatido com bicarbonato de sódio.

Fonte: Blog do Léo Ribeiro

HISTORIADOR PAULO MONTEIRO CONVIDA


Tenho a honra de convidar Vossa Senhoria para o lançamento do livro O Massacre de Porongos & Outras Histórias Gaúchas, no dia 9 de novembro de 2010, terça-feira, às 19h30min, durante a 24ª Feira do Livro de Passo Fundo, na Praça Marechal Floriano, quando receberei historiadores, filósofos e demais interessados em debater o tema Verdades e Mentiras na História Local.

Passo Fundo, 27 de outubro de 2010.

Paulo Monteiro Fonte: Blog do Léo Ribeiro

Campo e Lavoura, especial 25 anos

O Campo e Lavoura completa 25 anos no dia 2 de junho de 2011. Para comemorar esta data, uma edição especial foi preparada. Na abertura, uma simulação relembra o primeiro programa apresentado na rádio, que foi ao ar em 1986.

http://mediacenter.clicrbs.com.br/radio-gaucha-player/232/player/187058/campo-e-lavoura-especial-25-anos-02-06-2011-5h/1/index.htm

Campo e Lavoura

(Montagem sobre fotos de Valdir Friolin e Divulgação/clicRBS)

Campo e Lavoura completa 25 anos. Confira edição especial!

Fonte: Rádio Gaúcha

Classificatória em Santa Catarina define vagas para a final do Freio de Ouro

Município de Lages receberá a sexta seletiva da competição entre 3 e 5 de junho

O Parque de Exposições Conta Dinheiro receberá entre 3 e 5 de junho a classificatória de Lages (SC) para o Freio de Ouro 2011. A etapa é a sexta seletiva para a grande final, que ocorre entre os dias 25 e 28 de agosto em Esteio (RS), durante a Expointer.

A classificatória de Lages será a única realizada em solo catarinense em 2011 e contará com a participação de 13 fêmeas e 12 machos, habilitados em credenciadoras realizadas nos municípios de Chapecó, Lages, Campo Alegre, São José e Joinville.

Estão em disputa oito vagas para a final (quatro machos e quatro fêmeas). O julgamento será feito pelos criadores Frederico Ormazabal Sastre, Luiz Martins Bastos Neto e Rouget Gigena Wrege. A supervisão técnica ficará a cargo Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Confira a programação:

— 3 de junho (sexta-feira)

8h: Grandes Campeonatos Julgamento Morfológico Passaporte
11h: Exame de Admissão Classificatória
15h: Julgamento Morfológico – Classificatória

— 4 de junho (sábado)

8h: Andaduras/Figuras/VSP/Esbarradas – Fêmeas e Machos
13h30min: Prova de Mangueira
16h: Prova de Campo

— 5 de junho (domingo)

9h: Fase Final (Mangueira/Bayard-Sarmento/Prova de Campo)

12h: Encerramento e entrega de Prêmios
14h: Classificatória de Paleteadas

Saiba mais sobre as classificatórias do Freio de Ouro:

CANAL RURAL, COM INFORMAÇÕES DA ABCCC

« Older entries